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O jovem atuou em três escolinhas antes de passar em um teste na base do time tricolor. Destaque na equipe do Morumbi, ele foi campeão da Copa Nike em Old Trafford (casa do Manchester United) e a servir as seleções do Brasil desde a categoria sub-15.
“O United chegou a me monitorar por algum tempo Eu só fiquei sabendo depois porque trabalhei com um rapaz que era scout e me disse que o Arsenal me olhou também”, disse o atleta em entrevista para a ESPN.
Quando tinha 17 anos, Lucas foi efetivado aos profissionais a pedido do então presidente Juvenal Juvêncio.
“O São Paulo estava carente na minha posição e eu tinha ido bem na Copinha. Fui achando que ia fazer um treino e voltar para a base, mas chegando na Barra Funda entendi que era uma transição mesmo. O treinador era o Leão, que não sabia também. Era uma decisão do presidente”, recordou.
Em poucas semanas, ele já sentiu adaptado por causa da boa recepção que teve dos colegas.
“Foi a realização de criança estar trabalhando com os caras que você via apenas pela televisão. O Rogério [Ceni] conhecia o São Paulo como a palma da mão e me dava conselhos que levei para a vida”, contou.
O lateral ganhou mais moral com a chegada do técnico Ney Franco, mas não teve muitas chances no profissional.
“Ele não durou tanto tempo e não tive chances com ele. Ele me disse que eu me tornaria o melhor lateral do país em pouco tempo. Era apostar na minha qualidade e trabalhar a longo prazo. Depois, tive um bom relacionamento com o [Paulo] Autuori, que sempre conversava comigo e talvez tenha sido o melhor treinador que eu já tenha trabalhado, mas ele também ficou pouco tempo. Nisso, entrou o Muricy e não tive oportunidades”.
Com 20 anos e 9 jogos profissionais pelo São Paulo, Lucas queria atuar e foi emprestado para Boa Esporte e Náutico, no qual jogou com o técnico Lisca e quase subiu para a Série A do Brasileiro.
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São Paulo, lateral, Lucas Farias, presidente
Mundano o statuto e ficando 3 mandatos no cargo de presente do São Paulo Juvenal faz da parte desse bagunça que a direção é hj
Na verdade Juvenal começou essa bagunça
Juvenal se tivesse vivo não estaria essa bagunça de hoje