Participaram do vídeo os jogadores Diego e Everton Ribeiro, do Flamengo, Fernando Prass (Ceará), Alecsandro (CSA), Leandro Castan (Vasco), Fernando Henrique (Santo André), Réver e Victor (Atlético-MG), Nenê e Hudson (Fluminense), Bruno Alves (São Paulo), Marinho (Santos), Léo e Fabio (Cruzeiro) e Felipe Melo (Palmeiras).
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- Brasil, é hora de união de todos. Somos um povo, uma nação, temos diferentes realidades na nossa classe. A maioria só trabalha três meses por ano. 95% de nós recebemos menos do que dois salários mínimos. Mudar as leis sem ouvir a gente? Isso não é legal. Estamos aqui e precisamos ser ouvidos com atenção. Afinal de contas, somos uma democracia. O povo brasileiro ama e quer o futebol de volta, nós também amamos e queremos voltar. Nossas famílias precisam de nós. Somos todos pelo trabalho, mas precisamos pensar na saúde de todos nós. Trabalho seguro, grandeza da nação. Com fé, venceremos essa partida juntos! - diz o texto do comunicado, assinado pela FENAPAF.
— LC5 (@l_castan) May 5, 2020
“Trabalho seguro”, “precisamos pensar na saúde de todos nós”. “Mudar as leis sem ouvir a gente? Isso não é legal... precisamos ser ouvidos com atenção”. É a primeira manifestação dos jogadores da Série A sobre a discussão de Projeto de Lei no Congresso e a volta do futebol. pic.twitter.com/0frS1KwDUr
— Raphael Zarko (@raphazarko) May 5, 2020
A mudança de lei a qual se referem os jogadores trata do Projeto de Lei do deputado Arthur Oliveira Maia (DEM-BA). Entre as medidas, há um artigo que trata de redução de 50% da cláusula indenizatória (que pode servir para compensar clubes ou jogadores por eventual quebra de contrato), além de outros pontos em benefício dos clubes, como o congelamento da cobrança do Profut.
Os atletas ainda não haviam se manifestado em coro desde o início da paralisação pela pandemia do novo coronavírus. Houve dois movimentos paralelos nesse período, uma da própria FENAPAF e ainda de advogados de atletas, que se mobilizam para apresentar emenda no Projeto de Lei. Não há data para o Projeto de Lei ir para votação na Câmara. Os jogadores querem ser ouvidos antes que o projeto vá para votação, mas ainda não especificaram exatamente quais pontos gostariam de alterar ou acrescentar.
O projeto 2125/2020 também prevê que, durante o período de calamidade pública pela Covid-19, aprovada no Congresso em 20 de março, o dinheiro arrecadado com a loteria Timemania seja repassado diretamente aos clubes – atualmente, a verba é automaticamente transferida para a Receita para a redução da dívida com o Profut. Segundo o deputado federal Arthur Maia (DEM-BA), autor do projeto, a ideia é que a quantia seja usada para o pagamento de custos de manutenção dos clubes e salários até R$ 10 mil durante o período da pandemia do coronavírus.
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Se algum jogador vier ha óbito e for de um grande clube e tiver um bom salário quem vai continuar pagando esse salario as familia?Tem que ser um salario vitalício quem vai pagar?Saúde em primeiro lugar rande clube a emissora e o clube
Esse é o preço pois isso é pressão dos que pagam para ter jogos acho que a saúde ven em ptimeirk lugar pois sem ela não podemos fazer nada se algum jogador passar mal e vier ha óbito club