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“Acho que o momento agora é de esperar, deixar as coisas se acalmarem. Os clubes, as diretorias, vão tomar as decisões dentro de um cenário mais realista. Quanto parar tudo, voltar ao normal, vamos entender tudo o que isso gerou”, comentou o defensor de 32 anos.
“Acho que os atletas estão abertos para isso, ninguém no futebol não tem esse bom senso de não entender a situação. Então, se cortar, se vai pagar agora, se vai pagar depois, os atletas estão cientes da condição não só no futebol mas mundialmente. Nesse momento, precisamos de bom senso, união e que todo mundo se ajude”, acrescentou.
Internamente, o São Paulo vem tentando tapar os rombos financeiros agravados pela pandemia. Após não entrar em consenso com os jogadores para um corte considerável nos vencimentos, o clube pagou dois meses de direito de imagem (janeiro e fevereiro) e 50% do salário que corresponde à CLT de março. A ideia do departamento financeiro é arcar com os outros 50% descontados, mas diluindo em seis parcelas a partir do mês seguinte ao fim da crise causada pela pandemia.
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São Paulo, anderson martins, salários, quarentena, pandemia
Eu acho muita ipocresia da parte dos jogadores em não aceita a redução dos salários porém quanto
Mesma assim jpgador sao paulo como todos clube baita fortuna e mesmo assim eles reclama asi e ganhasse dalario que jogadores d spfc estao eu esta feito