CBF negociou com os departamentos financeiros dos clubes neste ano o modelo do Fair Play financeiro que passa a valer em 2020. Com a fórmula concluída, vai apresentar as regras definidas em reunião após o Carnaval. De acordo com o cronograma proposto, no entanto, o futebol brasileiro só deve se esperar punições severas a partir de 2022. Os anos anteriores de adaptação.
O modelo de Fair Play brasileiro tem inspiração na Europa e foi traçado pelo economista Cesar Grafietti a pedido da CBF. O objetivo final é tornar os clubes mais saudáveis financeiramente, isto é, levá-los a gastar apenas dentro das suas possibilidades de receitas.
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As regras foram discutidas com a Associação Brasileira de Executivos Financeiros do Futebol, que reúne os dirigentes dos maiores times do Brasil. Segundo apurou o blog, houve um apoio da maioria dos clubes. Clubes como São Paulo, Flamengo, Palmeiras, Internacional e Grêmio se mostraram bastante participativos e ajudaram nas construções das regras.
Mas houve, sim, resistência de alguns outros clubes que estavam preocupados com as limitações de gastos que poderiam gerar pressão de suas torcidas. Há uma avaliação na CBF de que regulamentos externos podem justamente pressionar os clubes a serem mais responsáveis, independentemente da pressão pela gastança de torcedores.
Ao final, prevaleceu o aval dado pela maioria dos clubes. Na semana passada, o secretário-feral da CBF, Walter Feldman, confirmou a implantação do programa este ano. Havia uma questão de prazo, pois uma reunião definitiva com os clubes tem que ser feita antes de março para valer para esta temporada. Questionado pelo blog, Feldman informou que o encontro "vai ser rápido". Há expectativa de que os clubes já sejam informados no Conselho Técnico, no dia 27 de fevereiro.
E o que valerá já neste ano? A CBF já tem um departamento analisando os documentos financeiros de 2019. São verificados balancetes trimestrais, balanços anuais e orçamentos. A entidade começará a já dar orientações e advertências para os clubes que não cumprirem as regras estabelecidas.
A partir dos resultados, a confederação pretende traçar um plano de ação com os clubes para que estejam prontos para atingir as metas nos balanços de 2021. A partir da temporada seguinte, estariam previstas as punições. Mas o cumprimento deste cronograma depende da vontade política da diretoria da CBF.
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Gente os abrito brasileiro ja era menos pior o claus e essa mulher que apitou sabado agora ana paula no comando. da abritagem e brincadeira tempo dela era so encrenca
Porque o nuis podex desacatar roubar o sao paulo .toda ves que joga contra o corinthians.a fpf tem rabo preso com o corinthans. Quando loga sao paulo ecorinthians o juis rouba e prejudicA o spfc.quando joga corinthians e palmeiras o juis prejudica o palmeiras. .quando joga corinthians e santos . Prejudica o santos . Sera que a fpf tem rabo preso com o corinthians
Conhecendo nossos cartolas e a CBF e sabendo do jeito que os dirigentes brasileiros são conservadores e corporativistas, as regras serão só para punir novos entrantes no mercado com alto investimento como o Red Bull Bragantino. Clubes atuais com patrocínio acima da realidade (Palmeiras), que gastam muito mais que arrecadam e depois não pagam a conta (Cruzeiro), que contratam jogadores por valores irreais e dps atrasam salários (quase todos até o SPFC) vão continuar operando igual e não serão punidos, eu aposto. Mais ou menos na Europa onde só o Manchester City se fudeu.
Infelizmente uma novidade que só vai chegar depois da gestão do Lelecoleco, o incompetente
Tem que implantar mesmo.