São Paulo bateu um recorde: jogo com menos chutes a gol na ´Era Diniz´
Fonte 90min
25 de Novembro de 2019
?Se o Campeonato Brasileiro terminasse hoje, o ?São Paulo teria vaga direta à fase de grupos da próxima Libertadores da América. Mas é fato que, neste domingo, o clube perdeu uma grande oportunidade de encaminhar de vez esta situação. Se ganhasse do Ceará, abriria cinco pontos para o ?Inter e seis para o ?Corinthians, só que o empate sofrido nos últimos instantes do duelo deixou a situação embolada para as quatro últimas rodadas da competição.
E, para quem gosta de números, o duelo no Castelão ficou marcado por um "recorde negativo" na trajetória recente do clube. Este foi o 13º jogo do Tricolor sob o comando de Fernando Diniz e aquele em que a equipe menos chutou a gol. No total, ocorreram apenas cinco finalizações, sendo duas certas (na direção na meta da adversária) e três erradas. Assim, o time conseguiu superar as partidas diante de Flamengo e Cruzeiro (também fora de casa), quando concluiu sete vezes.
Muito embora tenha tido mais posse de bola (53,3%), este domínio se mostrou improdutivo. Somente 17,13% do tempo permaneceu com a bola no ataque, o que explica a baixa chegada à meta cearense. "Nosso jogo mais forte, entre as linhas, estava dificultado. A gente conseguia jogar bem quando passava o meio-campo, mas tínhamos dificuldade na transição com a bola dominada", disse Diniz. Mesmo assim, ele viu o São Paulo desperdiçando chances de ganhar o embate. "O Ceará se mandou para frente. A gente estava se defendendo bem, e a ideia de fato era poder se proteger melhor para não ficar um jogo de muita transição, pois não era interessante para nós", concluiu. A equipe volta a campo na próxima quinta-feira, em casa, para pegar o ?Vasco da Gama.
E, para quem gosta de números, o duelo no Castelão ficou marcado por um "recorde negativo" na trajetória recente do clube. Este foi o 13º jogo do Tricolor sob o comando de Fernando Diniz e aquele em que a equipe menos chutou a gol. No total, ocorreram apenas cinco finalizações, sendo duas certas (na direção na meta da adversária) e três erradas. Assim, o time conseguiu superar as partidas diante de Flamengo e Cruzeiro (também fora de casa), quando concluiu sete vezes.
Muito embora tenha tido mais posse de bola (53,3%), este domínio se mostrou improdutivo. Somente 17,13% do tempo permaneceu com a bola no ataque, o que explica a baixa chegada à meta cearense. "Nosso jogo mais forte, entre as linhas, estava dificultado. A gente conseguia jogar bem quando passava o meio-campo, mas tínhamos dificuldade na transição com a bola dominada", disse Diniz. Mesmo assim, ele viu o São Paulo desperdiçando chances de ganhar o embate. "O Ceará se mandou para frente. A gente estava se defendendo bem, e a ideia de fato era poder se proteger melhor para não ficar um jogo de muita transição, pois não era interessante para nós", concluiu. A equipe volta a campo na próxima quinta-feira, em casa, para pegar o ?Vasco da Gama.
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