Jogador vira exemplo para B. Alves e Arboleda jogarem com Diniz
Fonte Gazeta Esportiva
5 de Outubro de 2019
(Fotos: Lucas Merçon/FFC e Fernando Dantas/Gazeta Press)
Novo técnico do São Paulo, Fernando Diniz não deixa de lado alguns conceitos básicos do seu trabalho, como a saída de bola com toques curtos, começando pelo goleiro e passando inevitavelmente por zagueiros e laterais. Diante do grupo tricolor, o comandantes terá a missão apresentar o modelo para novos jogadores.
Entre os zagueiros, Arboleda e Bruno Alves não se destacam como referências técnicas com a bola no pé, mas isso não deve ser um empecilho segundo a ótica de Diniz, que recentemente transformou um experiente defensor do Fluminense em um também bom passador.
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“Recentemente eu tive a alegria de trabalhar com um jogador que todo mundo achou que não ia jogar comigo, e viveu o melhor momento da carreira dele com 34 anos que foi o Matheus Ferraz”, disse Diniz em entrevista ao canal Desimpedidos.
“Acabei ligando para alguns treinadores, alguns amigos que jã trabalharam com o Matheus e foi unânime que ele não tinha condição de jogar comigo, que ele era um jogador mais sério, mais zagueiro zagueiro. E quando eles foram falando da capacidade humana do Matheus, eu fui construindo na minha cabeça que ele iria jogar comigo muito bem. E essa intuição se confirmou”, explica o treinador.
“Ele passou a se descobrir. Jogador que chega no profissional em time grande não é ruim. Pode ter jogador mal estimulado, um que tenha um pouco mais de talento do que o outro, mas se o cara tiver boa personalidade, um senso de coragem pelo menos razoável e estiver bem estimulado, consegue jogar bem”, completou.
Em comparação, antes de sofrer grave lesão que o tirou da temporada, Matheus Ferraz fez sete jogos com Diniz no Brasileiro e teve média de 59,6 toques por jogo, com 89% de acerto, 93% no próprio campo e 77% na parte adversária.
Arboleda e Bruno Alves passam menos e erram mais. Enquanto o equatoriano tem média de 54,3 toques por partida, com 82% de acerto, 87% no próprio campo e 73% na parte adversária, o brasileiro pega ainda menos na bola, 43,7 toques por confronto, com 82% de acerto, 89% no próprio campo e 72% na parte adversária.
São Paulo, Matheus Ferraz, Exemplo, B. Alves, Arboleda, Jogarem, Diniz, SPFC
Novo técnico do São Paulo, Fernando Diniz não deixa de lado alguns conceitos básicos do seu trabalho, como a saída de bola com toques curtos, começando pelo goleiro e passando inevitavelmente por zagueiros e laterais. Diante do grupo tricolor, o comandantes terá a missão apresentar o modelo para novos jogadores.
Entre os zagueiros, Arboleda e Bruno Alves não se destacam como referências técnicas com a bola no pé, mas isso não deve ser um empecilho segundo a ótica de Diniz, que recentemente transformou um experiente defensor do Fluminense em um também bom passador.
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“Recentemente eu tive a alegria de trabalhar com um jogador que todo mundo achou que não ia jogar comigo, e viveu o melhor momento da carreira dele com 34 anos que foi o Matheus Ferraz”, disse Diniz em entrevista ao canal Desimpedidos.
“Acabei ligando para alguns treinadores, alguns amigos que jã trabalharam com o Matheus e foi unânime que ele não tinha condição de jogar comigo, que ele era um jogador mais sério, mais zagueiro zagueiro. E quando eles foram falando da capacidade humana do Matheus, eu fui construindo na minha cabeça que ele iria jogar comigo muito bem. E essa intuição se confirmou”, explica o treinador.
“Ele passou a se descobrir. Jogador que chega no profissional em time grande não é ruim. Pode ter jogador mal estimulado, um que tenha um pouco mais de talento do que o outro, mas se o cara tiver boa personalidade, um senso de coragem pelo menos razoável e estiver bem estimulado, consegue jogar bem”, completou.
Em comparação, antes de sofrer grave lesão que o tirou da temporada, Matheus Ferraz fez sete jogos com Diniz no Brasileiro e teve média de 59,6 toques por jogo, com 89% de acerto, 93% no próprio campo e 77% na parte adversária.
Arboleda e Bruno Alves passam menos e erram mais. Enquanto o equatoriano tem média de 54,3 toques por partida, com 82% de acerto, 87% no próprio campo e 73% na parte adversária, o brasileiro pega ainda menos na bola, 43,7 toques por confronto, com 82% de acerto, 89% no próprio campo e 72% na parte adversária.
São Paulo, Matheus Ferraz, Exemplo, B. Alves, Arboleda, Jogarem, Diniz, SPFC
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