Essa procura é necessária já que Diego é o reserva imediato de Pablo para a posição de centroavante. O garoto Brenner, que muitas vezes foi usado como ponta e agora está em reta final de recuperação de lesão muscular, jogou como 9 até o sub-17.
Gonzalo Carneiro também pode ser usado na função, mas é visto muito mais como um segundo atacante. E havia ainda Santiago Tréllez, que acabou liberado no início do ano para jogar no Internacional, pois não estava nos planos do ex-técnico do time, André Jardine.
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É o atual comandante do São Paulo, Cuca, quem ajuda a diretoria a identificar alvos para a referência do ataque. A ideia é encontrar uma peça mais barata do que Diego Souza custa mensalmente ou até duas apostas que se encaixem nesse orçamento e possam compor o elenco.
Nem mesmo nas categorias de base há um centroavante de ofício pronto para ser promovido. Gabriel Novaes, artilheiro e campeão da Copa São Paulo deste ano, foi emprestado ao Barcelona B. Toró, que chegou a jogar como centroavante com Jardine no sub-20, tem atuado mais como ponta esquerda.
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