Após fracasso na negociação com a RB Foot, foi realizada uma nova concorrência, e duas empresas se colocaram entre as finalistas.
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A maior proposta, pelo que se sabe, é do fundo Prudent, que estaria oferecendo R$ 3 bilhões pelos próximos dez anos. Esse valor ainda poderia aumentar, com as equipes ficando com parte do lucro excedente com a revenda dos direitos. O dinheiro será dividido igualmente entre cada agremiação. Ou seja, descontando um percentual para a Série B, que seria de 10%, os cofres dos times engordariam em, no mínimo, cerca de R$ 13,5 milhões por temporada.
“Os valores de direitos internacionais no mundo só crescem, é um valor atrativo para a gente, mas lá fora não é muito alto. Se pensar no futuro, pode ser muito mais alto. Tem que melhorar o produto para se tornar mais atrativo”, disse Alex Rangel, consultor da Ernst & Young (empresa responsável por tocar este processo), ao blog do Rodrigo Mattos. Os clubes ainda devem lucrar com luvas, que funcionariam como um adiantamento. O que não está definido é se o contrato terá a participação da CBF. Conforme compromisso firmado, Globo e Esporte interativo têm a obrigação de ceder as imagens para quem adquirir os direitos internacionais.
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