'Último passe' e finalizações: as dores de cabeça de Dorival no São Paulo
Fonte ESPN
21 de Janeiro de 2018
Diego Souza lamenta gol perdido, no Morumbi GazetaPress
Vinte finalizações, cinco chutes certos em direção ao gol e nenhum tento em 180 minutos. Esse é o resumo do ataque do São Paulo em 2018, um problema que Dorival Júnior admitiu estar quebrando a cabeça para resolver.
Foram apenas duas finalizações em direção ao gol diante do São Bento, na última quarta-feira, em Sorocaba, em duelo que marcou a estreia do time na temporada. A equipe tricolor acabou derrotada por 2 a 0.
O número baixo de finalizações chamou a atenção, mas não resultou em grandes críticas porque o treinador optou por escalar um time reserva. Seus armadores foram Paulo Henrique e Pedro Augusto. De titular, apenas o goleiro Sidão.
Mas no empate sem gols contra o Novorizontino, no Morumbi, no sábado, o São Paulo sofreu na criação, com apenas três finalizações ao gol. Só que dessa vez a formação era quase a considerada ideal pelo técnico.
As únicas ausências foram os zagueiros Anderson Martins e Arboleda, que disputam posição, e os meias Cueva e Diego Souza, que começaram o confronto no banco de reservas e entraram somente no segundo tempo.
Na primeira etapa do confronto com o Novorizontino, Dorival colocou Shaylon na armação, com apoio de Petros e Jucilei. O meia de 20 anos foi discreto no primeiro tempo e apagado no segundo. Mas nem Cueva nem Diego Souza, que jogou como um centroavante (usou a camisa 9), conseguiram resolver o problema.
O peruando, que se apresentou seis dias depois dos companheiros para a pré-temporada, entrou aos 21 minutos. Deu um chute, que foi bloqueado, e não criou nenhuma chance de gol nem deu assistências.
Já Diego Souza, que também teve tempo menor de treinos na pré-temporada, não chutou nenhuma vez nem deu passes ou criou chances de gols. Ele entrou na partida aos 14 minutos da etapa final.
Ficou nítido a falta de entrosamento da dupla e também a falta de ritmo de jogo, algo que tende a melhorar com a sequência das partidas. Mas, como mencionado acima, a torcida quer e o técnico precisa de soluções imediatas.
"[Diego Souza e Cueva] Foram razoáveis. Ainda longe do que podem produzir. São grandes jogadores e vão contribuir muito. Tiveram período muito menor de trabalho. No momento em que tivermos a equipe preparada, não tenho dúvida de que os resultados vão aparecer. Até lá, vai oscilar bastante. A realidade é essa", disse Dorival, na coletiva.
Em 2017, com Pratto e principalmente Hernanes o São Paulo era mais eficiente ofensivamente.
O meia, que teve de voltar para o Hebei China Fortune, da China, concluiu o Brasileiro tendo 23 chutes ao gol, 31 chances de gol criadas, sendo que três assistências que terminaram de fato em tentos, e nove gols.
Já o atacante, que foi vendido ao River Plate, da Argentina, por 11,5 milhões de euros (R$ 44,4 milhões), fez sete gols na competição nacional e contribuiu com 33 chutes, 31 chances de gol criadas e cinco assistências.
Todos os números citados são do TruMedia, a ferramente de estatísticas da ESPN e ajudam a entender porque a diretoria do futebol - mesmo sem recursos - prioriza a contratação de um meia e um atacante.
O próximo compromisso do São Paulo será contra o Mirassol, na quarta-feira (dia 24), às 21h45 (de Brasília), em Mirassol, pela terceira rodada do Campeonato Paulista.
Vinte finalizações, cinco chutes certos em direção ao gol e nenhum tento em 180 minutos. Esse é o resumo do ataque do São Paulo em 2018, um problema que Dorival Júnior admitiu estar quebrando a cabeça para resolver.
Foram apenas duas finalizações em direção ao gol diante do São Bento, na última quarta-feira, em Sorocaba, em duelo que marcou a estreia do time na temporada. A equipe tricolor acabou derrotada por 2 a 0.
O número baixo de finalizações chamou a atenção, mas não resultou em grandes críticas porque o treinador optou por escalar um time reserva. Seus armadores foram Paulo Henrique e Pedro Augusto. De titular, apenas o goleiro Sidão.
Mas no empate sem gols contra o Novorizontino, no Morumbi, no sábado, o São Paulo sofreu na criação, com apenas três finalizações ao gol. Só que dessa vez a formação era quase a considerada ideal pelo técnico.
As únicas ausências foram os zagueiros Anderson Martins e Arboleda, que disputam posição, e os meias Cueva e Diego Souza, que começaram o confronto no banco de reservas e entraram somente no segundo tempo.
Na primeira etapa do confronto com o Novorizontino, Dorival colocou Shaylon na armação, com apoio de Petros e Jucilei. O meia de 20 anos foi discreto no primeiro tempo e apagado no segundo. Mas nem Cueva nem Diego Souza, que jogou como um centroavante (usou a camisa 9), conseguiram resolver o problema.
O peruando, que se apresentou seis dias depois dos companheiros para a pré-temporada, entrou aos 21 minutos. Deu um chute, que foi bloqueado, e não criou nenhuma chance de gol nem deu assistências.
Já Diego Souza, que também teve tempo menor de treinos na pré-temporada, não chutou nenhuma vez nem deu passes ou criou chances de gols. Ele entrou na partida aos 14 minutos da etapa final.
Ficou nítido a falta de entrosamento da dupla e também a falta de ritmo de jogo, algo que tende a melhorar com a sequência das partidas. Mas, como mencionado acima, a torcida quer e o técnico precisa de soluções imediatas.
"[Diego Souza e Cueva] Foram razoáveis. Ainda longe do que podem produzir. São grandes jogadores e vão contribuir muito. Tiveram período muito menor de trabalho. No momento em que tivermos a equipe preparada, não tenho dúvida de que os resultados vão aparecer. Até lá, vai oscilar bastante. A realidade é essa", disse Dorival, na coletiva.
Em 2017, com Pratto e principalmente Hernanes o São Paulo era mais eficiente ofensivamente.
O meia, que teve de voltar para o Hebei China Fortune, da China, concluiu o Brasileiro tendo 23 chutes ao gol, 31 chances de gol criadas, sendo que três assistências que terminaram de fato em tentos, e nove gols.
Já o atacante, que foi vendido ao River Plate, da Argentina, por 11,5 milhões de euros (R$ 44,4 milhões), fez sete gols na competição nacional e contribuiu com 33 chutes, 31 chances de gol criadas e cinco assistências.
Todos os números citados são do TruMedia, a ferramente de estatísticas da ESPN e ajudam a entender porque a diretoria do futebol - mesmo sem recursos - prioriza a contratação de um meia e um atacante.
O próximo compromisso do São Paulo será contra o Mirassol, na quarta-feira (dia 24), às 21h45 (de Brasília), em Mirassol, pela terceira rodada do Campeonato Paulista.
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