“Tive poucas conversas com Dorival, mas me conhece. Não estou preocupado em jogar de 9, 10 ou pelo lado. Quero jogar e estar bem ajudando da melhor maneira”, afirmou o ex-atleta do Sport.
No radar de Tite para a Copa do Mundo de 2018 como possível reserva de Gabriel Jesus, Diego Souza garantiu que o local que atuará no São Paulo não é determinante pensando na seleção brasileira. Embora tenha admitido que ser convocado é seu grande objetivo pessoal na temporada.
“O Tite me conhece, joguei muito contra e nas últimas convocações estive junto. Não estou muito preocupado com isso. Quero jogar bola e bem, ajudando da melhor maneira", disse.
Objetivo individual à parte, o novo camisa 9 tricolor citou a conversa que teve com Raí, novo diretor de futebol do São Paulo, e a história do clube, como fatores que o levaram a deixar o Sport.
"A escolha sem dúvida pela história, uma equipe que sempre briga por todos os campeonatos que disputa. Por mais que tenha tido um pouco de dificuldade no passado não é o normal. Para buscar objetivos pessoais precisa estar em um grande time, para ajudar e ser ajudado”, respondeu.
“Minha escolha aqui, sem dúvida nenhuma, foi pela conversa com o Raí, um atleta fora de série, ídolo, viveu tudo possível no futebol, campeão do mundo, a experiência que teve. Conversamos bastante. Passei meus objetivos de carreira. Ajudou muito para eu estar aqui hoje, a confiança que ele passou”, seguiu.
“Todo mundo sabe o carinho que tenho pelo Sport, família adaptada, mas chega um ponto da carreira que você tem que tomar uma decisão. Tenho o objetivo este ano de jogar uma Copa, mas não é o principal. O principal é estar aqui, é buscar títulos”, completou.
Em 2017, o jogador também teve oportunidade de trocar o Sport por uma equipe paulista, no caso, o Palmeiras, mas o negócio não avançou. Segundo Diego Souza, o momento da proposta, no meio da temporada, fez com que ele seguisse na equipe pernambucana.