No panorama do futebol brasileiro, pelas necessidades tricolores, pode e deve ser a referência do time que se enfraquece demais sem Hernanes. Insubstituível hoje no Morumbi e em qualquer clube brasileiro.
Não fosse Hernanes, o São Paulo lutaria até o fim para não cair. Ainda acho que se salvaria pela ruindade alheia. Mas foi o profeta quem resgatou o que havia de São Paulo dentro e fora de campo.
Sem ele, será complicado. E não por responsabilidade de Diego, que agregará demais.
Mantido Pratto, Dorival deve vir num 4-2-3-1: Jucilei e Petros na volância, Marcos Guilherme e Cueva pelos lados, DS por dentro próximo a Pratto.
Sem o artilheiro argentino, Diego Souza pode ser o atacante como pede Tite na Seleção. E, desse modo, Dorival pode até manter o 4-1-4-1. Pode centralizar Cueva. Pode apostar em mais um jogador de dinâmica no meio. Ou mais um volante e soltar um pouco Jucilei.
Enfim, tem como manter time competitivo. Diferente, mas competitivo. Só que ainda com poucas opções no banco. E ainda longe da história do São Paulo.