- O objetivo é entender que o clube tem de ter grandes jogadores. E a pretensão dos outros clubes pelo Scarpa mostra o valor dele. A negociação serei responsável pela criação do perfil do jogador que interessa ao clube. Temos muita coisa a pensar - afirma Autuori, que pensa em trocas no mercado.
- Precisamos ter uma equipe competitiva. Não adianta ter um grande jogador e não ter um conjunto para potencializar seu futebol.
O novo diretor esportivo garante que não fará loucuras nas negociações. Sua chegada, inclusive, passa por isso: dar estabilidade ao clube no futuro. Para ele, o futebol brasileiro por vezes embarca nas falsas promessas por pressão externa.
- Há um populismo tremendo. Dirigentes entram com boa vontade, resultado dentro do campo não aparecem, há pressão da imprensa e torcida, eles se envergam a isso e fazem contratações acima do poderio financeiro. Como se acaba com isso? Com coragem, transparência, ideias coletivas, pensando na instituição como um todo.