O diretor de competições da CBF, Manoel Flores, explicou o que motivou a não inclusão no Regulamento Geral de Competições de um artigo que iria estabelecer obrigatoriamente um setor específico para as organizadas nos estádios, tendo controle biométrico no acesso. O assunto chegou a ser debatido pela CBF com o procurador-geral do STJD, Felipe Bevilacqua.
“É preciso estudo. É algo que requer investimento, uma série de questões. A implementação não é simples”, justificou Manoel. Vale lembrar que, pelo projeto inicial, a CBF arcaria com os custos.
Manoel ainda completou o posicionamento da CBF sobre violência: “Adotaremos as medidas que acharmos coerentes e importantes, obviamente é uma responsabilidade primordial do poder público, mas a CBF se preocupa e irá atuar quando for necessário”.