São Paulo e a fornecedora Under Armour não são mais parceiros.
Segundo apurou o ESPN.com.br, clube e empresa acertaram o fim da parceria ainda no mês de outubro.
"Essa rescisão aconteceu há mais de um mês e meio. Só esperaram o Campeonato Brasileiro acabar para divulgar", disse uma fonte do clube.
Na última quinta-feira, o jornal O Estado de S. Paulo também confirmou a saída da companhia de vez.
A ideia de rescindir o contrato que originalmente iria até 2019 partiu da Under Armour.
Segundo informações recebidas pela reportagem, a companhia norte-americana "não gostou dos rumos e da forma de exposição da marca" por parte do São Paulo, optando por encerrar o contrato muito tempo antes do previsto.
A multinacional também estava insatisfeita com os números de vendas de uniformes.
O clube, por sua vez, diz que a empresa atrasou pagamentos e vinha falhando na distribuição de produtos.
O contrato entre as partes valia R$ 15 milhões/ano em dinheiro, mais R$ 12 milhões/ano em materiais esportivos.
No acordo de rescisão, porém, ficou determinado que o São Paulo poderá vestir camisas da Under Armour até junho de 2018, enquanto negocia com uma nova fornecedora. Adidas, Umbro e Penalty já foram procuradas pelo clube paulista, mas por enquanto nenhuma proposta agradou a diretoria tricolor.
Procurada, a Under Armour disse em comunicado que "não comenta assuntos contratuais ou qualquer eventual negociação" com o São Paulo.