Diretoria arruma solução para quitar dívidas bancárias
Tricolor diz ter cerca de R$ 90 milhões em dívidas, sendo que 60% desse valor são com bancos
Fonte BAND
29 de Novembro de 2017
Diretoria de Leco vai usar parte do dinheiro da venda dos atletas para pagar os débitos (Foto: Marivaldo Oliveira/Código 19/Estadão Conteúdo)
Metade de tudo que o São Paulo receber com venda de jogadores a partir do ano que vem deverá ser usada para amortização de dívidas bancárias, enquanto que os outros 50% serão destinados à reposição do elenco. A nova “regra” foi aprovada pelo Conselho de Administração do clube na última segunda-feira e agora vai ser discutida no Conselho Deliberativo antes de começar a valer.
Ainda que boa parte das receitas desse tipo já viesse sendo utilizada para abater as dívidas do clube, não havia uma porcentagem determinada para este fim. Na avaliação de alguns conselheiros, isso poderia, em algum momento, comprometer a formação do elenco ou o caixa, principalmente por conta dos juros dos débitos com bancos.
O São Paulo informa ter hoje cerca de R$ 90 milhões em dívidas: 60% desse valor são com bancos (R$ 52 milhões). Não está incluso no montante os débitos já refinanciados no Profut. De acordo com informações do clube, as dívidas estão diminuindo. Em dezembro de 2015, quando Carlos Augusto de Barros e Silva, o Leco, assumiu a presidência, eram de R$ 170 milhões.
Por mês, o custo da dívida bancária é hoje de R$ 1,7 milhão, valor 80% menor do que há dois anos. Com a determinação da nova regra para a destinação dos recursos com venda de atletas, o Conselho vê possibilidade de o São Paulo chegar a 2020 com a dívida zerada.
O órgão deverá fiscalizar e cobrar da diretoria o cumprimento deste aspecto do orçamento na temporada de 2018. O dinheiro das vendas de jogadores como David Neres, Lyanco, Luiz Araújo, Maicon e Thiago Mendes, ocorridas neste ano, já estará sujeito à nova determinação da temporada que vem. O time tem R$ 42,6 milhões a receber em 2018 pelas negociações e mais R$ 11,3 milhões em 2019.
Metade de tudo que o São Paulo receber com venda de jogadores a partir do ano que vem deverá ser usada para amortização de dívidas bancárias, enquanto que os outros 50% serão destinados à reposição do elenco. A nova “regra” foi aprovada pelo Conselho de Administração do clube na última segunda-feira e agora vai ser discutida no Conselho Deliberativo antes de começar a valer.
Ainda que boa parte das receitas desse tipo já viesse sendo utilizada para abater as dívidas do clube, não havia uma porcentagem determinada para este fim. Na avaliação de alguns conselheiros, isso poderia, em algum momento, comprometer a formação do elenco ou o caixa, principalmente por conta dos juros dos débitos com bancos.
O São Paulo informa ter hoje cerca de R$ 90 milhões em dívidas: 60% desse valor são com bancos (R$ 52 milhões). Não está incluso no montante os débitos já refinanciados no Profut. De acordo com informações do clube, as dívidas estão diminuindo. Em dezembro de 2015, quando Carlos Augusto de Barros e Silva, o Leco, assumiu a presidência, eram de R$ 170 milhões.
Por mês, o custo da dívida bancária é hoje de R$ 1,7 milhão, valor 80% menor do que há dois anos. Com a determinação da nova regra para a destinação dos recursos com venda de atletas, o Conselho vê possibilidade de o São Paulo chegar a 2020 com a dívida zerada.
O órgão deverá fiscalizar e cobrar da diretoria o cumprimento deste aspecto do orçamento na temporada de 2018. O dinheiro das vendas de jogadores como David Neres, Lyanco, Luiz Araújo, Maicon e Thiago Mendes, ocorridas neste ano, já estará sujeito à nova determinação da temporada que vem. O time tem R$ 42,6 milhões a receber em 2018 pelas negociações e mais R$ 11,3 milhões em 2019.
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