A chegada do meio-campista colocou a equipe em outro patamar. O São Paulo passou a ter um jogador que decide partidas, mantém a regularidade e combina experiência e força emocional para enfrentar o momento desesperador de luta contra o fantasma da B. Ele contagiou tecnicamente e emocionalmente os companheiros.
Diretoria
Conseguiu reforçar a equipe após a saída de atletas negociados. Além de Hernanes, Petros foi uma contratação de alto nível. Jogadores contratados no início do ano também se destacam, como Jucilei e Lucas Prato. O volante esteve quase sempre bem. Já o atacante evoluiu junto com a equipe. Os acertos, porém, não mudam o fato de que a direção foi a principal responsável pela situação delicada. Tudo começou com a decisão de montar um planejamento com o estreante Rogério Ceni e depois dar pouco tempo para ele desenvolver seu trabalho. A inexperiência do ex-goleiro como técnico foi questionada, mas todos sabiam que ele estreava estreando na profissão.
Torcida
Organizadas hostilizando os jogadores e as arquibancadas do Morumbi às moscas. Esse histórico são-paulino em momentos de futebol ruim foi deixado de lado. O torcedor lotou jogos e até treino. Não esperou o clube ser rebaixado para dar demonstração de força. O apoio da massa ajudou os jogadores a terem calma para saírem do buraco.
Dorival Júnior
Custou, mas o treinador deu padrão de jogo à equipe. Nas últimas partidas conseguiu acabar com os erros infantis na defesa (bata na madeira, tricolor). A equipe também passou a ser mais objetiva no ataque. A atuação na vitória contra o Santos foi digna de time que briga pelo título.