São Paulo e Flu "dividem" prejuízo de R$ 10,6 mi com Cícero

Fonte UOL
Cícero durante a sua apresentação no Grêmio, clube que ele vai defender na Libertadores
Fluminense e São Paulo, adversários desta quarta-feira, 21h45, no Maracanã, guardam mais semelhanças do que apenas a luta comum contra o rebaixamento no Campeonato Brasileiro. Além da ameaça da Série B, os dois times também "combinam" quando o assunto é o meia Cícero. Juntos, os dois tricolores têm uma dívida de cerca de R$ 10,6 milhões com o hoje meia do Grêmio.

No início deste ano, após um acordo, o jogador rumou das Laranjeiras para o Morumbi a pedido do então treinador Rogério Ceni. Pelo trato firmado, o Tricolor carioca parcelou a multa rescisória em parcelas que vencerão em 2021.
O dinheiro, que está atrasado e já rendeu um processo movido em uma vara trabalhista, completaria o salário do jogador, enquanto o São Paulo arcaria com os outros 70% dos vencimentos. No clube paulista, Cícero enfrentou o mesmo problema vivido no Rio: dificuldades de convivência no vestiário e rendimento abaixo do esperado dentro de campo.
Sem ambiente, ele deixou o clube em setembro, foi para o Grêmio e, de quebra, luta para receber o que lhe é de direito no acordo com os cariocas. Pelo trato firmado entre as partes, o jogador tem a receber quase R$ 8 milhões do Flu, que vive um problema gravíssimo de caixa, ainda que tenha se livrado de um contrato robusto que só venceria em dezembro de 2018.
Segundo apurou a reportagem, das 50 parcelas mensais que deveriam ser pagas, quatro foram quitadas (sendo duas atrasadas). Por isso, o caso corre na Justiça do Trabalho do Rio de Janeiro.
No caso do São Paulo, o jogador foi afastado do elenco profissional em agosto, quando Dorival Júnior já era o treinador da equipe. Fora dos planos do clube, ele passou a treinar em horários alternativos e recusou propostas para se transferir para o exterior por conta de questões particulares.
Em setembro, o Grêmio viu uma oportunidade de utilizar o jogador na Copa Libertadores - no Brasileiro ele já não poderia ser relacionado porque já havia excedido o limite de sete partidas com a camisa do São Paulo. Com a intenção de tentar reduzir as suas despesas e e tentar não atrapalhar a carreira do jogador, o Tricolor assinou a rescisão do acordo e abriu o caminho para que ele se transferisse para Porto Alegre.
Como tinha contrato com o São Paulo até dezembro de 2018, ficou combinado que o Tricolor paulista deveria pagar parcelas mensais no valor de R$ 175 mil (cerca de metade do quanto ele recebia de salário do clube) até o fim do próximo ano. Apesar do prejuízo, o São Paulo encarou de maneira positiva a redução do gasto com o atleta.
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