São-paulina provoca rival na festa de 100 anos: "Nunca vi Palmeiras ser campeão mundial"
Fonte Globo Esporte
17 de Outubro de 2017
A eterna discussão sobre a autenticidade do título mundial conquistado pelo Palmeiras em 1951 ganhou mais uma personagem. Dona Philomena, que comemorou seu 100º aniversário na última semana, aproveitou seu momento de fama para dar seu veredito a respeito da discussão futebolística.
Cercada por parentes e amigos palmeirenses, e com várias câmeras voltadas para si, ela soltou o verbo no microfone: "Eu tenho 100 anos e nunca vi o Palmeiras ser campeão mundial". Os anti-palmeirenses presentes foram ao delírio com a provocação de dona Philó, que viralizou nas redes sociais.
Em entrevista ao repórter Adriano Miranda, do G1 Ribeirão Preto, a bisavó - são 12 bisnetos, 12 netos e seis filhos - declarou que, mesmo convivendo com uma família de maioria alviverde, seu coração ganhou o vermelho, preto e branco por influência do marido são-paulino, Enéas Vieira, que morreu há cinco anos.
- Meu marido assistia muito pela televisão. Eu comecei a gostar e a torcer pelo São Paulo, e me tornei são-paulina. Apesar de [o time] perder todos os jogos, eu continuo são-paulina até a morte. Eu brigo com a família toda porque eles são todos palmeirenses - comentou Philomena, que mora em Pontal, interior de São Paulo.
Cercada por parentes e amigos palmeirenses, e com várias câmeras voltadas para si, ela soltou o verbo no microfone: "Eu tenho 100 anos e nunca vi o Palmeiras ser campeão mundial". Os anti-palmeirenses presentes foram ao delírio com a provocação de dona Philó, que viralizou nas redes sociais.
Em entrevista ao repórter Adriano Miranda, do G1 Ribeirão Preto, a bisavó - são 12 bisnetos, 12 netos e seis filhos - declarou que, mesmo convivendo com uma família de maioria alviverde, seu coração ganhou o vermelho, preto e branco por influência do marido são-paulino, Enéas Vieira, que morreu há cinco anos.
- Meu marido assistia muito pela televisão. Eu comecei a gostar e a torcer pelo São Paulo, e me tornei são-paulina. Apesar de [o time] perder todos os jogos, eu continuo são-paulina até a morte. Eu brigo com a família toda porque eles são todos palmeirenses - comentou Philomena, que mora em Pontal, interior de São Paulo.
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