Pratto passou em branco nos confrontos contra Grêmio, Botafogo, Coritiba, Bahia, Cruzeiro, Palmeiras e, por último, Ponte Preta, no empate por 2 a 2 no sábado passado. A outra sequência de sete partidas sem marcar havia sido entre 8 de junho e 13 de julho. O atacante havia feito um sobre o Vitória, no Morumbi, mas fracassou diante de Corinthians, Sport, Atlético-MG, Atlético-PR, Fluminense, Flamengo e Santos. Voltou a balançar as redes somente contra o Atlético-GO.
No período de seca atual, perdeu o empate por 1 a 1 com o Avaí por suspensão e conseguiu registrar assistência para Marcos Guilherme no revés por 4 a 2 para o Palmeiras - foi o quarto passe para gol do centroavante na temporada. O jejum fez com que o argentino perdesse até a artilharia do time no Brasileirão. São cinco gols contra sete de Hernanes, que fez somente sete jogos, contra 22 de Pratto.
Para tentar mudar a sorte, valeu até trocar a camisa 14, usada desde sua chegada ao São Paulo, pela número 9, vaga desde que Chavez deixou o clube em junho. A nova numeração foi usada pela primeira vez contra o Palmeiras. Apesar da assistência anotada, saiu de campo desacordado após choque com Hernanes e passou uma noite internado em hospital.
Depois do empate com a Ponte, o São Paulo teve o domingo de folga e se reapresenta no CT da Barra Funda na tarde desta segunda-feira. O próximo jogo será às 16 de domingo, em Salvador, contra o Vitória, rival direto na luta contra o rebaixamento. O Tricolor tem 24 pontos, na penúltima colocação. Os baianos têm 26, duas posições acima.