Dorival Júnior só pisou no gramado palestrino como técnico do próprio Palmeiras e do Santos. Foram seis jogos no total, com três derrotas e três empates. Ostenta um aproveitamento de 16%, portanto.
A primeira decepção ocorreu logo na reinauguração do estádio alviverde, após quatro anos de reforma: no dia 20 de novembro de 2014, o Palmeiras perdeu por 2 a 0 para o Sport. Ainda como palmeirense, Dorival comandou a equipe no sofrido empate por 1 a 1 com o Atlético-PR na última rodada do Brasileirão que terminou com o seu time quase rebaixado.
Dorival não permaneceu no clube de Palestra Itália na temporada seguinte e assumiu o comando do Santos no meio de 2015. Naquele ano, visitou duas vezes a arena do Palmeiras e perdeu em ambas as ocasiões: 1 a 0, pelo Brasileiro, e 2 a 1 na finalíssima da Copa do Brasil, que terminaria com título alviverde.
Em 2016, Dorival não teve motivos para comemorar nem lamentar. Em mais dois clássicos à frente do Santos, o treinador assistiu a dois empates: 0 a 0, pela primeira fase do Campeonato Paulista, e 1 a 1 no primeiro turno do Brasileirão conquistado pelo rival.
“Depende dos momentos. Depois da estreia, enfrentei com o Santos, nos primeiros momentos, Santos em zona de rebaixamento, inseguro. Depois, na decisão da Copa do Brasil e alguns outros jogos. Jogos sempre equilibrados. Jogar em seu campo tem sempre equilíbrio muito grande entre torcedor e equipe. Se equipe vive grande momento, existe aproximação muito saudável, isso faz com que toda equipe cresça atuando ao lado de seu torcedor”, afirmou Dorival.