Assim como São Paulo, Dorival nunca venceu no novo Palestra Itália
Fonte Gazeta Esportiva
26 de Agosto de 2017
Assim como o São Paulo, o técnico Dorival Júnior jamais venceu no reformado Palestra Itália, palco do Choque-Rei deste domingo, às 16 horas (de Brasília), válido pela 22ª rodada do Campeonato Brasileiro.
Dorival Júnior só pisou no gramado palestrino como técnico do próprio Palmeiras e do Santos. Foram seis jogos no total, com três derrotas e três empates. Ostenta um aproveitamento de 16%, portanto.
A primeira decepção ocorreu logo na reinauguração do estádio alviverde, após quatro anos de reforma: no dia 20 de novembro de 2014, o Palmeiras perdeu por 2 a 0 para o Sport. Ainda como palmeirense, Dorival comandou a equipe no sofrido empate por 1 a 1 com o Atlético-PR na última rodada do Brasileirão que terminou com o seu time quase rebaixado.
Dorival não permaneceu no clube de Palestra Itália na temporada seguinte e assumiu o comando do Santos no meio de 2015. Naquele ano, visitou duas vezes a arena do Palmeiras e perdeu em ambas as ocasiões: 1 a 0, pelo Brasileiro, e 2 a 1 na finalíssima da Copa do Brasil, que terminaria com título alviverde.
Em 2016, Dorival não teve motivos para comemorar nem lamentar. Em mais dois clássicos à frente do Santos, o treinador assistiu a dois empates: 0 a 0, pela primeira fase do Campeonato Paulista, e 1 a 1 no primeiro turno do Brasileirão conquistado pelo rival.
“Depende dos momentos. Depois da estreia, enfrentei com o Santos, nos primeiros momentos, Santos em zona de rebaixamento, inseguro. Depois, na decisão da Copa do Brasil e alguns outros jogos. Jogos sempre equilibrados. Jogar em seu campo tem sempre equilíbrio muito grande entre torcedor e equipe. Se equipe vive grande momento, existe aproximação muito saudável, isso faz com que toda equipe cresça atuando ao lado de seu torcedor”, afirmou Dorival.
Dorival Júnior só pisou no gramado palestrino como técnico do próprio Palmeiras e do Santos. Foram seis jogos no total, com três derrotas e três empates. Ostenta um aproveitamento de 16%, portanto.
A primeira decepção ocorreu logo na reinauguração do estádio alviverde, após quatro anos de reforma: no dia 20 de novembro de 2014, o Palmeiras perdeu por 2 a 0 para o Sport. Ainda como palmeirense, Dorival comandou a equipe no sofrido empate por 1 a 1 com o Atlético-PR na última rodada do Brasileirão que terminou com o seu time quase rebaixado.
Dorival não permaneceu no clube de Palestra Itália na temporada seguinte e assumiu o comando do Santos no meio de 2015. Naquele ano, visitou duas vezes a arena do Palmeiras e perdeu em ambas as ocasiões: 1 a 0, pelo Brasileiro, e 2 a 1 na finalíssima da Copa do Brasil, que terminaria com título alviverde.
Em 2016, Dorival não teve motivos para comemorar nem lamentar. Em mais dois clássicos à frente do Santos, o treinador assistiu a dois empates: 0 a 0, pela primeira fase do Campeonato Paulista, e 1 a 1 no primeiro turno do Brasileirão conquistado pelo rival.
“Depende dos momentos. Depois da estreia, enfrentei com o Santos, nos primeiros momentos, Santos em zona de rebaixamento, inseguro. Depois, na decisão da Copa do Brasil e alguns outros jogos. Jogos sempre equilibrados. Jogar em seu campo tem sempre equilíbrio muito grande entre torcedor e equipe. Se equipe vive grande momento, existe aproximação muito saudável, isso faz com que toda equipe cresça atuando ao lado de seu torcedor”, afirmou Dorival.
Avalie esta notícia:
4
11
VEJA TAMBÉM
- Artur quer permanecer no São Paulo e pode ajudar em negociação com o Botafogo- Wendell pode deixar o São Paulo e voltar ao Grêmio em meio a reestruturação financeira do Tricolor
- Vasco pode envolver Brenner e Hinestroza para tentar tirar Luciano do São Paulo
- Luciano no Vasco? Ferreirinha por Artur? São Paulo tem novidades surpreendentes!
- São Paulo tem dois jogadores convocados pela Seleção Brasileira; veja quem são
