
Cuca, por exemplo, teve uma das “maiores decepções de sua carreira como profissional”, assim como o próprio disse, na partida entre Corinthians e Cruzeiro pelo Campeonato Brasileiro de 2010. À época, o treinador dirigia a Raposa e, no jogo disputado no Pacaembu, acabou expulso por Ricci após reclamação de um pênalti duvidoso (até hoje) em Ronaldo Fenômeno.
O Corinthians venceu por 1 a 0 e distanciava o rival da chance de conquista da competição (no fim, o Fluminense ficaria com a taça). Em entrevista coletiva pós-jogo, Cuca chegou até a socar a mesa ao falar da atuação de Ricci: “a maior decepção que tive como treinador foi hoje”, desabafou na ocasião.
No Brasileirão do ano passado, Ricci acabou afastado por 60 dias pelo STJD após confusão generalizada na vitória do Flamengo por 2 a 1 sobre o Fluminense. O juiz se enrolou no gol do zagueiro Henrique, do Tricolor carioca, o qual validou primeiramente, porém anulou após 13 minutos de atraso. Os jogadores do Flu alegaram que o árbitro recebeu ajuda da televisão para invalidar o tento.
No mesmo torneio, o ex-árbitro José Roberto Wright criticou bastante o árbitro também por um jogo entre Flamengo e São Paulo, em que o zagueiro Lugano deu uma cotovelada em Paolo Guerrero. Ricci sequer deu cartão ao zagueiro tricolor e só fez o gesto de “estou de olho” para a dupla.
Em 2015, durante a vitória do Chile por 1 a 0 contra o Uruguai pelas Eliminatórias, Ricci expulsou os celestes Cavani e Fucile, além do técnico Oscar Tabárez. O problema maior foi que ele deixou de assinalar qualquer irregularidade na provocação do chileno Jara, que aplicou uma “dedada” de Cavani para provocá-lo.
As polêmicas não param por aí. Ricci ainda se envolveu em processo contra Neymar, em 2010, após o ainda atacante do Santos detonar sua atuação no jogo contra o Vitória: “juiz ladrão, vai sair de camburão”, escreveu nas redes sociais na oportunidade. O juiz acabou em R$ 15 mil pelo camisa 11 por danos morais.