Denunciado por jogada violenta no lance em que calçou Henrique, do time mineiro, no segundo tempo de jogo, o argentino teve sua conduta desclassificada para ato desleal ou hostil e foi apenas advertido pelo tribunal.
A defesa do argentino argumentou que o lance não deveria gerar uma nova punição ao jogador. “Segundo amarelo e não houve atendimento médico. A conduta enquadrada ao atleta foi de jogada violenta. O atleta foi expulso, ficou suspenso na partida seguinte e não há motivo de ser punido novamente. A defesa pede a absolvição”, disse o advogado Martinho Miranda.
Ao ter conhecimento da denúncia, na semana passada, o técnico Dorival Junior disse que, em seu entendimento, o lance foi normal e que jogadas mais violentas não tiveram o mesmo tratamento. “Já vi outras jogadas que não deram em nada. Sinceramente, achei um lance de jogo. Não vi dessa forma (violenta). A reação do atleta depois do lance mostrou que ele não teve a intenção daquilo que está sendo denunciado”, lamentou.
No mesmo julgamento, o STJD decidiu sobre as expulsões de Digão e Rafael Sóbis, ambos do Cruzeiro, no mesmo jogo. Assim como Pratto, Digão também recebeu o segundo amarelo após calçar o adversário. Já Sóbis foi julgado por reclamar da arbitragem. “Vocês são ridículos, mal intencionados”, disse o jogador. Ambos também corriam o risco de perder até seis partidas pelo Cruzeiro, mas também foram apenas advertidos pelo tribunal.