Na base, ele era um dos xodós do técnico André Jardine e ficou conhecido pelo gol do título da Copa Libertadores sub-20, em 2016. Só que os prognósticos ainda não se cumpriram no profissional. De fevereiro do mesmo ano até agora, Lucas disputou 23 partidas pelo time de cima. Na temporada passada, quando passou a ser arma do argentino Edgardo Bauza para o segundo tempo dos jogos, ele era cotado para herdar a vaga do lesionado Paulo Henrique Ganso na semifinal da Libertadores, mas rompeu os ligamentos do joelho esquerdo. Aproveitou os quase sete meses de recuperação para também operar o ombro esquerdo, devido a problema crônico que causava seguidos deslocamentos.
"Ele tem de participar mais do jogo, como fez nas primeiras vezes em que entrou, mas é importante ter marcado o primeiro como profissional", destacou Patón após vitória por 1 a 0 sobre o Botafogo, na primeira rodada do Campeonato Brasileiro de 2016. Bauza lamentou demais a baixa da promessa que lançou e ficou sem opções para o setor de criação diante do Atlético Nacional.
O tempo passou. Rogério Ceni assumiu o time e esperava fazer de Lucas um meio-campista moderno, mais recuado e participativo. A volta aos gramados, no entanto, veio com insegurança, jogos abaixo do esperado, e poucas oportunidades sob o comando do ex-goleiro - apenas seis partidas, nenhuma como titular - e uma lesão na coxa esquerda.
Agora, nos quatro compromissos com Dorival Júnior, foi usado em três e por pouco não começou com o embate com o Grêmio na última segunda-feira. Perdeu a vaga para Marcinho, mas entrou no segundo tempo e garantiu o empate em 1 a 1 ... - Veja mais em https://esporte.uol.com.br/futebol/ultimas-noticias/2017/07/26/profetinha-e-xodo-de-cotia-lucas-fernandes-sofre-para-superar-lesoes.htm?cmpid=copiaecola