Mesmo descontente com crítica de Ceni, diretoria não vai rebater técnico
Fonte Blog do Perrone
23 de Junho de 2017
A diretoria do São Paulo discordou da crítica de Rogério Ceni ao vaivém de atletas no time e não gostou da atitude do treinador.
Porém, a decisão é não rebater o técnico publicamente para evitar polêmica e uma crise escancarada. Ao mesmo tempo, os cartolas vão continuar assegurando a permanência dele no cargo.
Mas, internamente, fica claro o distanciamento entre direção e técnico. Nesse cenário, é possível afirmar que ele não está mais tão firme no posto como antes.
Após a derrota por 1 a 0 contra o Atlético-PR, em Curitiba, ele afirmou que times vencedores se mantêm. “O clube pensa em estar com o pagamento em dia, em cuidar das finanças, mas também agora em trazer jogadores. Só que agora precisamos fazer com que eles se adaptem e que o esquema se adapte ao que eles oferecerem. Talvez seja necessário mudar o sistema de jogo”, afirmou o técnico.
Para a direção, no entanto, não há erro. Com sua estratégia, o clube busca priorizar as finanças, mas sem enfraquecer a equipe. Por isso traçou como meta usar parte do dinheiro das vendas para pagar dívidas e outra (menos do que 50%) em reforços. A estratégia resultou no vaivém criticado por Ceni.
Porém, a decisão é não rebater o técnico publicamente para evitar polêmica e uma crise escancarada. Ao mesmo tempo, os cartolas vão continuar assegurando a permanência dele no cargo.
Mas, internamente, fica claro o distanciamento entre direção e técnico. Nesse cenário, é possível afirmar que ele não está mais tão firme no posto como antes.
Após a derrota por 1 a 0 contra o Atlético-PR, em Curitiba, ele afirmou que times vencedores se mantêm. “O clube pensa em estar com o pagamento em dia, em cuidar das finanças, mas também agora em trazer jogadores. Só que agora precisamos fazer com que eles se adaptem e que o esquema se adapte ao que eles oferecerem. Talvez seja necessário mudar o sistema de jogo”, afirmou o técnico.
Para a direção, no entanto, não há erro. Com sua estratégia, o clube busca priorizar as finanças, mas sem enfraquecer a equipe. Por isso traçou como meta usar parte do dinheiro das vendas para pagar dívidas e outra (menos do que 50%) em reforços. A estratégia resultou no vaivém criticado por Ceni.
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