Renato Rodrigues, em seu blog, exaltou os conceitos e práticas de Dorival Júnior (já muito e devidamente reconhecidos) e de Rogério Ceni (rapidamente a caminho de tudo isso). Foi o que se viu em campo na Vila. Na primeira vitória tricolor por lá desde 2009. Quando Ceni fazia seus gols e evitava os dos outros.
Desta vez não conseguiu evitar que Copete abrisse o placar para o Santos que começava como jogou outras partidas nos últimos meses. Posse de bola, deslocamentos, intensidade, agressividade. Mas veio uma falha de Zeca e pênalti convertido pelo São Paulo. Não foi apenas o erro infantil. Foi um Tricolor maduro. Sabia o que queria e como fazia.
Saberia muito mais com Luís Araújo, no segundo tempo. E com o bote para roubar a bola de Lucas Lima no meio e partir para o golaço da virada. Sacramentado em bom lance de Araruna com Luís Araújo no terceiro.
Baita vitória do São Paulo. Chata derrota do Santos. Ponto. É tudo muito cedo. Ainda mais para criticar. Bastante para enaltecer.
Mas com pouco tempo, e ainda não todo o elenco, Rogério vai mostrando que vai dar jogo e time o que pretende.
Como queríamos demonstrar nesse teorema que não é tão difícil de entender.
Modernismo. Santos 1 x 3 São Paulo
Fonte Blog do Mauro Beting
16 de Fevereiro de 2017
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