O São Paulo não tem mais objetivos palpáveis no Brasileirão. Mais do que jogar pela dignidade, citada por Rodrigo Caio na semana passada, o time tem uma outra meta nas rodadas finais: evitar o pior aproveitamento da equipe na história da competição por pontos corridos, formato adotado desde 2003.
Atualmente com 46 pontos, na 12ª posição, o São Paulo tem 42,6% de aproveitamento e não pode perder mais nenhuma partida para ter desempenho melhor do que 2013, temporada com a marca mais negativa. Naquele ano, o time obteve 43,9%, com 50 pontos, na nona posição – veja os piores anos no quadro.
Piores anos do São Paulo nos pontos corridos de 2003 a 2016 (Foto: Reprodução)
*Em 2005, eram 22 times e o Brasileirão teve 11 jogos anulados pelo STJD
Para ao menos igualar esse desempenho, o Tricolor precisa de uma vitória e um empate. Os próximos jogos são contra Atlético-MG (domingo, no Independência) e Santa Cruz (no Pacaembu, por conta de um show marcado para o Morumbi).
Outra marca negativa do São Paulo é sobre número de derrotas e vitórias: desde 1940 o Tricolor não termina o ano perdendo mais do que ganhando. Nessa temporada, foram 69 partidas, 25 vitórias, 26 derrotas e 18 empates.
Diante do Galo, o São Paulo não terá João Schmidt (suspenso), Wesley e Kelvin (lesionados). Por outro lado, o técnico Ricardo Gomes contará com os retornos de Chavez e Luiz Araújo, suspensos na derrota por 2 a 0 para a Chapecoense. De folga na segunda, o elenco se reapresentará na terça-feira à tarde, no CT da Barra Funda.

*Em 2005, eram 22 times e o Brasileirão teve 11 jogos anulados pelo STJD