Por William Lucas/Inovafoto
Convocado para defender a Seleção Brasileira nas Eliminatórias para a Copa do Mundo de 2018, Rodrigo Caio está cada vez mais à vontade com a camisa amarelinha. Chamado para quatro das últimas cinco convocações, o são-paulino foi lembrado por Dunga, Rogério Micale e Tite neste período. Copa América Centenário, nos Estados Unidos, e Jogos Olímpicos de 2016, no Rio de Janeiro, estão no currículo do jogador, que tem crescido profissionalmente e se consolidado entre os melhores defensores do país após a decisão de permanecer no Tricolor em 2015 – na ocasião, o defensor negociava a sua ida para o futebol espanhol.
“Quero aproveitar este momento e seguir trabalhando com tranquilidade e humildade. Apesar de ser uma conquista pessoal, estas convocações envolvem todo o grupo. Sem a ajuda dos meus companheiros, isso não teria acontecido. É importante ser lembrado depois te tanto trabalho e dedicação, e espero permanecer por muito tempo na seleção. Dedico a convocação ao clube, que sempre me apoiou”, afirmou.
Neste período, o defensor passou por um momento que o fortaleceu ainda mais. “O Tite tinha anunciado a sua primeira a convocação logo após a Olímpiada, e eu fazia parte dela. Ele me ligou para dar os parabéns e me elogiou pela participação nos Jogos Olímpicos. Naquele momento, infelizmente, eu tinha acabado de sofrer uma lesão muscular e tive que dar a notícia de que não poderia me apresentar. Foi um dos momentos mais tristes da minha vida”, recordou o jogador.
“Mas isso me fortaleceu, e é natural na nossa profissão. O importante foi manter a concentração para retornar em alto nível após a lesão, e felizmente hoje posso festejar esta nova convocação”, avaliou Rodrigo Caio, que revelou as palavras do treinador naquele momento. “Ele disse que eu deveria seguir trabalhando, porque a lesão não tirava os méritos da minha convocação. O Tite disse que era importante jogar em alto nível no meu clube, porque assim eu poderia retornar. E isso aconteceu”, completou.
Com passagens por diversas categorias de base da Seleção Brasileira e presente em todo o ciclo olímpico, que rendeu a conquista da inédita medalha de ouro, o camisa 3 são-paulino está cada vez mais firme nesta nova etapa de sua carreira. “Acredito que isso é fruto de um bom trabalho que tenho feito clube. Tomei a decisão de ficar mais tempo no Brasil, porque tinha a meta de ir pra Seleção. Acredito que foi a escolha certa, e estou muito feliz no São Paulo. É o clube que me formou e me deu tudo que tenho hoje. Vou com a cabeça boa para mostrar o meu trabalho do São Paulo na seleção”, finalizou.
Rodrigo Caio recorda conselhos de Tite após nova convocação
Chamado para quatro das últimas cinco convocações, zagueiro valoriza escolha de permanecer no Tricolor
Fonte Site oficial
21 de Outubro de 2016
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