
Abílio Diniz: O empresário é contra a gestão do presidente Carlos Augusto de Barros e Silva, o Leco, e chegou a critica-lo publicamente. Foto: Djalma Vassão/Gazeta Press

Chegada e saída do CEO: Alexandre Bourgeois foi contratado e demitido por Aidar, recontratado por Leco, mas deixou o clube de forma meteórica. Agora, o profissional indicado por Abílio Diniz processa o Tricolor. Foto: Fernando Dantas/Gazeta Press

Manutenção de Ataíde Gil Guerreiro: ele foi acusado de agredir Aidar, mas ainda assim seguiu no cargo até março, situação que não foi bem vista internamente. Foto: Djalma Vassão/Gazeta Press

Greve de silêncio do elenco: O atraso de salários no começo do ano fez os jogadores evitarem entrevistas. O único que rejeitou o ato foi Diego Lugano, situação que trouxe certo desconforto interno. Foto: Djalma Vassão/Gazeta Press

Demissão de Milton Cruz: o ex-homem de confiança de Juvenal Juvêncio perdeu espaço no clube, foi retirado da função de auxiliar e colocado por Leco no núcleo de análise de desempenho até ser demitido em março, após 22 anos de trabalho no São Paulo. Foto: Fernando Dantas/Gazeta Press

Luiz Cunha: ficou como diretor de futebol por cerca de três meses e deixou o cargo por discordar dos valores da contratação do peruano Cueva. Foto: Érico Leonan/SPFC

Gustavo Vieira de Oliveira: O filho de Sócrates foi contratado por Leco, após ter uma passagem na gestão de Juvenal Juvêncio, e teve amplo desgaste no clube, principalmente depois do vazamento que seu salário seria de R$ 120 mil, além da participação em comissões de atletas negociados. Foto: Fernando Dantas/Gazeta Press

Roberto Natel entrega a vice-presidência: Dirigente alegou divergências com Leco, mostrando-se descontente por não ser avisado de decisões importantes no clube. Foto: Marcelo Ferrelli/Gazeta Press