
O pior é que, por enquanto, nem mesmo os dois últimos vêm tendo um rendimento à altura do que produziram nos primeiros meses do ano. Tanto o meia brasileiro quanto o atacante argentino têm sofrido dificuldades em suas primeiras experiências no Velho Continente.
O centroavante Calleri, hoje no West Ham, não chega a ser titular exatamente, mas já teve maiores oportunidades que o ex-colega de Morumbi. Ele esteve em campo em sete de oito partidas, sendo três como titular, e ainda não balançou as redes em um total de 298 minutos. A equipe, inclusive, também passa por uma queda absurda em relação ao passado recente. Depois de uma consistente Premier League em 2015/2016, amarga a 18ª posição nesse ano e uma eliminação na Liga Europa.

Situação que é oposta à do Sevilla, vice-líder do Campeonato Espanhol e de bom início (empate fora contra a Juventus) na Champions League. Porém de pouca contribuição de Ganso nesse percurso. Dos nove jogos que a equipe realizou na temporada, o meia ficou de fora de cinco. Não fez gols ou deu assistências. Ele esteve na condição de titular em três oportunidades e apenas em uma atuou os 90 minutos, o empate por 1 a 1 com o Eibar, fora de casa, pelo Espanhol. Já no clássico contra o Bétis (última partida do time), o meio-campo sequer ficou no banco de reservas.
Passados pouco mais de dois meses das saídas de ambos do São Paulo, a pergunta que fica é: quem sente mais falta? O clube dos jogadores ou os jogadores do clube? O tempo dirá, como dizem por aí..