Contra o Juventude, uma equipe da terceira divisão do futebol brasileiro, as cenas eram de um filme repetido. O time simplesmente não apresenta uma mecânica ofensiva competente. No primeiro semestre, os gols de Jonathan Calleri carregaram o tricolor às semifinais da Copa Libertadores. No segundo semestre, quando Cueva ou Chávez não estão inspirados, é difícil acreditar que o placar são-paulino sairá do zero.

Para se ter uma ideia do tamanho do problema, os números de 2015 servem como parâmetro. A esta altura da temporada, com 59 jogos disputados, o São Paulo já havia marcado 88 gols. Neste ano, o ataque tricolor balançou a rede 69 vezes. Neste momento, a equipe de Ricardo Gomes tem o quinto pior ataque do Brasileirão, a frente apenas de equipes como América-MG e Figueirense. Que situação.