Revolta com a arbitragem marca retorno do São Paulo para casa
Fonte Globo Esporte
14 de Julho de 2016
A delegação do São Paulo desembarcou no Aeroporto de Cumbica, em Guarulhos, na manhã desta quinta-feira, ainda abalada e revoltada pelas circunstâncias de sua saída na Libertadores, após nova derrota para o Atlético Nacional, desta vez por 2 a 1, em Medellín, na Colômbia.
Depois de ter tido Maicon expulso no jogo de ida (quando a partida ainda estava em 0 a 0 – terminou 2 a 0), os são-paulinos reclamaram muito da arbitragem do chileno Patricio Polic, que não marcou um pênalti em Hudson no fim do primeiro tempo e depois ainda expulsou Lugano e Wesley no segundo, por reclamação decorrente de um penal assinalado para o Atlético Nacional. Desde o início da Libertadores, aliás, o São Paulo vinha se sentindo prejudicado pela arbitragem.
Agora é muito simples falar, mas já passou, não vamos ficar jogando culpa em ninguém. Ficaram muito nítidas as coisas que aconteceram. Fica difícil com jogadores a menos lutar por alguma coisa. Foi difícil. Se acontecem algumas marcações em determinados momentos da partida, o resultado poderia ser outro.
– Infelizmente, fomos prejudicados. Acredito que se não tivesse uma grande influência da arbitragem, a gente poderia ter saído com a classificação – afirmou Rodrigo Caio.
– Ficaram muito nítidas as coisas que aconteceram. Fica difícil com jogadores a menos lutar por alguma coisa. Foi difícil. Se acontecem algumas marcações em determinados momentos da partida, o resultado poderia ser outro – disse Alan Kardec
– É lógico que o resultado poderia ter sido outro, mas agora é olhar pra frente. Agora é muito simples falar, mas já passou, não vamos ficar jogando culpa em ninguém – completou.
– Vamos erguer a cabeça e seguir em frente – disse Wesley, um dos mais revoltados com a arbitragem (ele foi expulso por reclamação).
O São Paulo agora volta suas atenções para o Campeonato Brasileiro. No domingo, o time do técnico Edgardo Bauza enfrenta o Corinthians, em Itaquera, onde tem retrospecto ruim. Com contrato no fim e às vésperas de se apresentar à seleção argentina para a Olimpíada, o atacante Jonathan Calleri é desfalque quase certo.
Depois de ter tido Maicon expulso no jogo de ida (quando a partida ainda estava em 0 a 0 – terminou 2 a 0), os são-paulinos reclamaram muito da arbitragem do chileno Patricio Polic, que não marcou um pênalti em Hudson no fim do primeiro tempo e depois ainda expulsou Lugano e Wesley no segundo, por reclamação decorrente de um penal assinalado para o Atlético Nacional. Desde o início da Libertadores, aliás, o São Paulo vinha se sentindo prejudicado pela arbitragem.
Agora é muito simples falar, mas já passou, não vamos ficar jogando culpa em ninguém. Ficaram muito nítidas as coisas que aconteceram. Fica difícil com jogadores a menos lutar por alguma coisa. Foi difícil. Se acontecem algumas marcações em determinados momentos da partida, o resultado poderia ser outro.
– Infelizmente, fomos prejudicados. Acredito que se não tivesse uma grande influência da arbitragem, a gente poderia ter saído com a classificação – afirmou Rodrigo Caio.
– Ficaram muito nítidas as coisas que aconteceram. Fica difícil com jogadores a menos lutar por alguma coisa. Foi difícil. Se acontecem algumas marcações em determinados momentos da partida, o resultado poderia ser outro – disse Alan Kardec
– É lógico que o resultado poderia ter sido outro, mas agora é olhar pra frente. Agora é muito simples falar, mas já passou, não vamos ficar jogando culpa em ninguém – completou.
– Vamos erguer a cabeça e seguir em frente – disse Wesley, um dos mais revoltados com a arbitragem (ele foi expulso por reclamação).
O São Paulo agora volta suas atenções para o Campeonato Brasileiro. No domingo, o time do técnico Edgardo Bauza enfrenta o Corinthians, em Itaquera, onde tem retrospecto ruim. Com contrato no fim e às vésperas de se apresentar à seleção argentina para a Olimpíada, o atacante Jonathan Calleri é desfalque quase certo.
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