Wesley diz não ser "nenhum menino" e confia em sequência como titular
Fonte Gazeta Esportiva
23 de Abril de 2016
Wesley formou a trinca de volantes tricolores ao lado de Hudson e Thiago Mendes (Foto: Djalma Vassão/Gazeta Press)
A classificação heroica do São Paulo às oitavas de final da Copa Libertadores renovou a confiança de atletas que não vinham mostrando serviço nessa temporada. O empate por 1 a 1 com o Strongest, de acordo com o volante Wesley, serviu para que o técnico Edgardo Bauza tivesse uma real dimensão da contribuição que ele pode dar ao Tricolor. O jogador foi uma das surpresas na escalação do Patón e atuou durante os 90 minutos do confronto.
A fim de proteger a zaga na altitude de La Paz, Bauza deixou Paulo Henrique Ganso na reserva e formou uma linha com três volantes no meio-campo. Como João Schmidt estava suspenso – e lesionado -, coube a Wesley exercer a função ao lado de Hudson e Thiago Mendes. “Tenho que trabalhar. É o que eu sempre faço, o que sempre confiei. Tenho autoconfiança e o apoio da minha família”, afirmou o jogador.
Wesley disse não se incomodar com a pressão por boas atuações e nem com as críticas da torcida. Ele fez poucas partidas como titular no ano e ainda é considerado um coadjuvante no time de Bauza. “Eu não sou nenhum menino. Independentemente de qualquer tipo de situação, eu sou maduro e trabalho para caramba. E estou esperando a minha oportunidade. Ele me deu essa oportunidade em uma hora boa e conseguimos a classificação, que foi o mais importante”.
A presença de Wesley em campo também agradou outros são-paulinos. O zagueiro Maicon, um dos destaques na partida, valorizou a entrega do companheiro. “Todos foram heróis. Todo mundo batalhou e se entregou na altitude. O próprio Wesley, que há tempos não jogava os 90 minutos, se entregou e se dedicou ao máximo”, avaliou.
Apesar de ter gostado da própria atuação, Wesley deverá voltar ao banco de reservas na partida da próxima quinta-feira, contra o Toluca-MEX, no estádio do Morumbi. Para o jogo de ida das oitavas de final, Bauza poderá optar pela volta do esquema tático com dois pontas abertos nas laterais do campo. A mudança implicará no retorno de Ganso à equipe titular e na escalação de Thiago Mendes ao lado de Hudson.
A classificação heroica do São Paulo às oitavas de final da Copa Libertadores renovou a confiança de atletas que não vinham mostrando serviço nessa temporada. O empate por 1 a 1 com o Strongest, de acordo com o volante Wesley, serviu para que o técnico Edgardo Bauza tivesse uma real dimensão da contribuição que ele pode dar ao Tricolor. O jogador foi uma das surpresas na escalação do Patón e atuou durante os 90 minutos do confronto.
A fim de proteger a zaga na altitude de La Paz, Bauza deixou Paulo Henrique Ganso na reserva e formou uma linha com três volantes no meio-campo. Como João Schmidt estava suspenso – e lesionado -, coube a Wesley exercer a função ao lado de Hudson e Thiago Mendes. “Tenho que trabalhar. É o que eu sempre faço, o que sempre confiei. Tenho autoconfiança e o apoio da minha família”, afirmou o jogador.
Wesley disse não se incomodar com a pressão por boas atuações e nem com as críticas da torcida. Ele fez poucas partidas como titular no ano e ainda é considerado um coadjuvante no time de Bauza. “Eu não sou nenhum menino. Independentemente de qualquer tipo de situação, eu sou maduro e trabalho para caramba. E estou esperando a minha oportunidade. Ele me deu essa oportunidade em uma hora boa e conseguimos a classificação, que foi o mais importante”.
A presença de Wesley em campo também agradou outros são-paulinos. O zagueiro Maicon, um dos destaques na partida, valorizou a entrega do companheiro. “Todos foram heróis. Todo mundo batalhou e se entregou na altitude. O próprio Wesley, que há tempos não jogava os 90 minutos, se entregou e se dedicou ao máximo”, avaliou.
Apesar de ter gostado da própria atuação, Wesley deverá voltar ao banco de reservas na partida da próxima quinta-feira, contra o Toluca-MEX, no estádio do Morumbi. Para o jogo de ida das oitavas de final, Bauza poderá optar pela volta do esquema tático com dois pontas abertos nas laterais do campo. A mudança implicará no retorno de Ganso à equipe titular e na escalação de Thiago Mendes ao lado de Hudson.
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