Waldir Peres sobre a altitude: ‘Para o goleiro não atrapalha tanto’
por Bruno Grossi
Fonte LANCE!Net
20 de Abril de 2016
Em minha carreira, joguei duas vezes na altitude, ambas em La Paz. Uma foi contra o Deportivo Municipal, na Libertadores de 1974, e a outra e com a Seleção Brasileira, em 1981, nas Eliminatórias para a Copa de 1982.
Eu acredito que para o goleiro até que não atrapalha tanto assim, porque joga mais parado. Os outros é que precisam correr e é aí que costuma dar o problema. O goleiro só precisa mesmo tomar cuidado com a velocidade maior da bola.
Minha preparação foi normal para esses jogos, não teve nada diferente na rotina de treinos. Lembro que a Seleção fez um período de treinos na Colômbia, depois subiu para Quito, no Equador, até chegar em La Paz.
Já o São Paulo foi direto para a cidade no dia do jogo, como fará contra o The Strongest. Empatei o São Paulo (1 a 1) e ganhei com o Brasil (2 a 1).
Eu acredito que para o goleiro até que não atrapalha tanto assim, porque joga mais parado. Os outros é que precisam correr e é aí que costuma dar o problema. O goleiro só precisa mesmo tomar cuidado com a velocidade maior da bola.
Minha preparação foi normal para esses jogos, não teve nada diferente na rotina de treinos. Lembro que a Seleção fez um período de treinos na Colômbia, depois subiu para Quito, no Equador, até chegar em La Paz.
Já o São Paulo foi direto para a cidade no dia do jogo, como fará contra o The Strongest. Empatei o São Paulo (1 a 1) e ganhei com o Brasil (2 a 1).
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