Vitória contra o River Plate pode ser divisor de águas para o São Paulo
Fonte Blog do PVC
14 de Abril de 2016
Foto: Fernando Nunes / saopaulofc.net
Dos últimos nove jogos, o São Paulo só perdeu um. Foi contra o São Bento, com o time reserva, em Sorocaba. A derrota no interior produziu críticas sem se notar que não se falava do time que jogaria contra o River Plate. Não que o São Paulo titular não merecesse críticas neste ano. Mereceu todas.
Mas havia evolução e o jogo contra o Trujillanos, semana passada, tinha mostrado isso. Difícil ter o Trujillanos como parâmetro, mas era justo perceber o time frazendo triangulações pelos lados do campo e expandindo o campo para evitar a retranca.
Contra o River Plate, houve sinais semelhantes. Na jogada do primeiro gol, há duas opções de passe antes de a bola chegar para Bruno cruzar, Ganso participar e Calleri marcar.
No segundo gol, antes da falta, também há Ganso e Hudson por perto para Michel Bastos conduzir a jogada. As triangulações e as opções de passe atrapalharam a marcação do River Plate, melhor até os 20 minutos e caindo gradativamente até sofrer o primeiro gol.
Nem tudo está bem. Duas vezes, o River Plate chegou pelo lado direito de seu ataque, às costas de Rodrigo Caio e Mena. Sempre naquela setor está o buraco tricolor. Mas está melhor.
O São Paulo ainda não é confiável a ponto de se ter certeza de que empatará em La Paz. Mas está no caminho da classificação e, depois dela, tudo ficará zero a zero para a hora dos mata-matas.
Dos últimos nove jogos, o São Paulo só perdeu um. Foi contra o São Bento, com o time reserva, em Sorocaba. A derrota no interior produziu críticas sem se notar que não se falava do time que jogaria contra o River Plate. Não que o São Paulo titular não merecesse críticas neste ano. Mereceu todas.
Mas havia evolução e o jogo contra o Trujillanos, semana passada, tinha mostrado isso. Difícil ter o Trujillanos como parâmetro, mas era justo perceber o time frazendo triangulações pelos lados do campo e expandindo o campo para evitar a retranca.
Contra o River Plate, houve sinais semelhantes. Na jogada do primeiro gol, há duas opções de passe antes de a bola chegar para Bruno cruzar, Ganso participar e Calleri marcar.
No segundo gol, antes da falta, também há Ganso e Hudson por perto para Michel Bastos conduzir a jogada. As triangulações e as opções de passe atrapalharam a marcação do River Plate, melhor até os 20 minutos e caindo gradativamente até sofrer o primeiro gol.
Nem tudo está bem. Duas vezes, o River Plate chegou pelo lado direito de seu ataque, às costas de Rodrigo Caio e Mena. Sempre naquela setor está o buraco tricolor. Mas está melhor.
O São Paulo ainda não é confiável a ponto de se ter certeza de que empatará em La Paz. Mas está no caminho da classificação e, depois dela, tudo ficará zero a zero para a hora dos mata-matas.
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