Encontros históricos de um clássico de gigantes
Argentinos estiveram no caminho do Tricolor na campanha vitoriosa da Libertadores da América de 2005
Fonte Site Oficial
12 de Abril de 2016
por Rubens Chiri/saopaulofc.net
Adversários nesta quarta-feira (13), às 21h45 (de Brasília), no Morumbi, pela quinta rodada do Grupo 1 na Libertadores da América, São Paulo e River Plate já protagonizaram duelos memoráveis e que fizeram parte das trajetórias vitoriosas dos dois clubes. Na campanha vitoriosa do Tricolor na competição continental, em 2005, os argentinos estiveram no caminho do time são-paulino e valorizaram ainda mais a memorável conquista daquele ano.
Na ocasião, após encerrar a fase de grupos na liderança da chave e passar por Palmeiras e Tigres-MEX no mata-mata, a equipe paulista cruzou contra o time de Buenos Aires na semifinal. Na partida de ida, no Morumbi, o Tricolor atuou com Rogério Ceni; Fabão, Diego Lugano e Alex; Mineiro, Renan (Souza), Josué, Danilo e Junior; Amoroso (Alê) e Luizão. Com gols de Danilo e Rogério Ceni, o São Paulo venceu por 2 a 0 e garantiu a vantagem para o jogo da volta.
Em território argentino, Paulo Autuori montou o time com Rogério Ceni; Fabão, Diego Lugano e Alex; Mineiro, Josué (Renan), Souza, Danilo e Junior; Amoroso e Luizão (Alê). Mesmo jogando longe de seus domínios, no Estádio Monumental de Nuñes, o São Paulo repetiu mais uma grande atuação e não deu chances aos argentinos: triunfo por 3 a 2, com gols de Danilo, Amoroso e Fabão. Após eliminar o rival, o time brasileiro chegou com moral para duelar com o Atlético-PR na decisão e, assim, conquistar o tricampeonato!
Da mesma forma que o Tricolor saiu vitorioso do confronto em 2005, o River Plate tinha levado a melhor dois anos antes. O embate, porém, está marcado na memória de todos torcedor são-paulino. O motivo? A marcante frase do atacante Luis Fabiano. Após uma confusão entre os jogadores das duas equipes, o Fabuloso deixou o gramado com a célebre frase: “Entre brigar e bater o pênalti, eu prefiro ajudar na briga”.
Para passar pelo São Paulo, no entanto, os argentinos não tiveram vida fácil. Na ida, em Buenos Aires, triunfo do adversário por 3 a 1 – Gustavo Nery anotou o tento tricolor. Na volta, no Estádio Cícero Pompeu de Toledo, em duelo cheio de provocações, vitória são-paulina por 2 a 0 – com gols de Rico e Diego Teadelli - e decisão para definir o classificado nos pênaltis. O River Plate converteu a maioria e venceu por 4 a 2.
Em 1997, os clubes também protagonizaram uma decisão marcada por reclamações, principalmente com a arbitragem. No primeiro jogo da final da Supercopa João Havelange, empate sem gols na capital paulista. Na volta, derrota são-paulina por 2 a 1 e bronca com a arbitragem, que assinalou penalidade máxima inexistente para o adversário e deixou de anotar um pênalti claro para os brasileiros, além de marcar algumas faltas duvidosas para os argentinos.
E quando a bola rolar nesta quarta-feira (12), diante de um Morumbi lotado, São Paulo e River Plate-ARG farão um tira-teima na história do confronto. Em 12 partidas entre as equipes, são quatro vitórias do Tricolor, quatro empates e quatro triunfos dos argentinos – 19 gols são-paulinos e 18 do rival. Pela Libertadores, contudo, a vantagem é do time são-paulino: duas vitórias em três duelos, além de um empate.













por Rubens Chiri/saopaulofc.net
Adversários nesta quarta-feira (13), às 21h45 (de Brasília), no Morumbi, pela quinta rodada do Grupo 1 na Libertadores da América, São Paulo e River Plate já protagonizaram duelos memoráveis e que fizeram parte das trajetórias vitoriosas dos dois clubes. Na campanha vitoriosa do Tricolor na competição continental, em 2005, os argentinos estiveram no caminho do time são-paulino e valorizaram ainda mais a memorável conquista daquele ano.
Na ocasião, após encerrar a fase de grupos na liderança da chave e passar por Palmeiras e Tigres-MEX no mata-mata, a equipe paulista cruzou contra o time de Buenos Aires na semifinal. Na partida de ida, no Morumbi, o Tricolor atuou com Rogério Ceni; Fabão, Diego Lugano e Alex; Mineiro, Renan (Souza), Josué, Danilo e Junior; Amoroso (Alê) e Luizão. Com gols de Danilo e Rogério Ceni, o São Paulo venceu por 2 a 0 e garantiu a vantagem para o jogo da volta.
Em território argentino, Paulo Autuori montou o time com Rogério Ceni; Fabão, Diego Lugano e Alex; Mineiro, Josué (Renan), Souza, Danilo e Junior; Amoroso e Luizão (Alê). Mesmo jogando longe de seus domínios, no Estádio Monumental de Nuñes, o São Paulo repetiu mais uma grande atuação e não deu chances aos argentinos: triunfo por 3 a 2, com gols de Danilo, Amoroso e Fabão. Após eliminar o rival, o time brasileiro chegou com moral para duelar com o Atlético-PR na decisão e, assim, conquistar o tricampeonato!
Da mesma forma que o Tricolor saiu vitorioso do confronto em 2005, o River Plate tinha levado a melhor dois anos antes. O embate, porém, está marcado na memória de todos torcedor são-paulino. O motivo? A marcante frase do atacante Luis Fabiano. Após uma confusão entre os jogadores das duas equipes, o Fabuloso deixou o gramado com a célebre frase: “Entre brigar e bater o pênalti, eu prefiro ajudar na briga”.
Para passar pelo São Paulo, no entanto, os argentinos não tiveram vida fácil. Na ida, em Buenos Aires, triunfo do adversário por 3 a 1 – Gustavo Nery anotou o tento tricolor. Na volta, no Estádio Cícero Pompeu de Toledo, em duelo cheio de provocações, vitória são-paulina por 2 a 0 – com gols de Rico e Diego Teadelli - e decisão para definir o classificado nos pênaltis. O River Plate converteu a maioria e venceu por 4 a 2.
Em 1997, os clubes também protagonizaram uma decisão marcada por reclamações, principalmente com a arbitragem. No primeiro jogo da final da Supercopa João Havelange, empate sem gols na capital paulista. Na volta, derrota são-paulina por 2 a 1 e bronca com a arbitragem, que assinalou penalidade máxima inexistente para o adversário e deixou de anotar um pênalti claro para os brasileiros, além de marcar algumas faltas duvidosas para os argentinos.
E quando a bola rolar nesta quarta-feira (12), diante de um Morumbi lotado, São Paulo e River Plate-ARG farão um tira-teima na história do confronto. Em 12 partidas entre as equipes, são quatro vitórias do Tricolor, quatro empates e quatro triunfos dos argentinos – 19 gols são-paulinos e 18 do rival. Pela Libertadores, contudo, a vantagem é do time são-paulino: duas vitórias em três duelos, além de um empate.













por Rubens Chiri/saopaulofc.net
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