Edgardo Bauza trabalha para resolver o requisitado
Fonte LANCE!Net
10 de Abril de 2016
por Bruno Grossi
Edgardo Bauza é, acima de tudo, um otimista. Enxerga evolução como poucos, quando o discurso – automático – de muitos é o da negação. Mas se há outra definição para o estilo de Patón, ela certamente passa pela paciência para trabalhar no dia a dia.
Não é difícil recordar a maior reclamação sobre o São Paulo em 2015. As falhas defensivas foram um pesadelo tão grande, que a diretoria deixou de lado o legado ofensivo de Juan Carlos Osorio e buscou as estratégias do “bauzismo” para iniciar um ano de reconstrução com um pouco mais de segurança.
O argentino anotou o recado e martelou o problema na cabeça desde o fim do ano passado, quando apontou os defeitos de Bruno na marcação e se espantou com os gols sofridos pelo Tricolor. Agora, são quatro meses de trabalho e, exceção feita a deslizes esporádicos e falta de sorte, o time é mais sólido – sofreu 17 tentos em 21 partidas.
Quando a segurança defensiva começou a aparecer, outros problemas saltaram aos olhos da imprensa e da torcida. O cobertor curto que incomodava Osorio ficou invertido para Bauza e a dificuldade passou a ser para marcar gols. Críticas e mais críticas – justas em muitas partidas – para a falta de criatividade e efetividade da equipe em campo.
Patón, no entanto, juntou o otimismo e a paciência. Avisou que o time cresceria. E testou. Centurión de um lado e de outro, Carlinhos, Michel Bastos de um lado e de outro, Daniel, Lucas Fernandes e, enfim, Kelvin. O técnico se mexe e faz o time se mexer. O São Paulo evolui e admitir isso nos faz evoluir.
Edgardo Bauza é, acima de tudo, um otimista. Enxerga evolução como poucos, quando o discurso – automático – de muitos é o da negação. Mas se há outra definição para o estilo de Patón, ela certamente passa pela paciência para trabalhar no dia a dia.
Não é difícil recordar a maior reclamação sobre o São Paulo em 2015. As falhas defensivas foram um pesadelo tão grande, que a diretoria deixou de lado o legado ofensivo de Juan Carlos Osorio e buscou as estratégias do “bauzismo” para iniciar um ano de reconstrução com um pouco mais de segurança.
O argentino anotou o recado e martelou o problema na cabeça desde o fim do ano passado, quando apontou os defeitos de Bruno na marcação e se espantou com os gols sofridos pelo Tricolor. Agora, são quatro meses de trabalho e, exceção feita a deslizes esporádicos e falta de sorte, o time é mais sólido – sofreu 17 tentos em 21 partidas.
Quando a segurança defensiva começou a aparecer, outros problemas saltaram aos olhos da imprensa e da torcida. O cobertor curto que incomodava Osorio ficou invertido para Bauza e a dificuldade passou a ser para marcar gols. Críticas e mais críticas – justas em muitas partidas – para a falta de criatividade e efetividade da equipe em campo.
Patón, no entanto, juntou o otimismo e a paciência. Avisou que o time cresceria. E testou. Centurión de um lado e de outro, Carlinhos, Michel Bastos de um lado e de outro, Daniel, Lucas Fernandes e, enfim, Kelvin. O técnico se mexe e faz o time se mexer. O São Paulo evolui e admitir isso nos faz evoluir.
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