Forte chuvas na capital paulista deixam CT do São Paulo em Cotia debaixo d'água
Fonte Jovem Pan
12 de Março de 2016
Parte do CT do São Paulo ficou debaixo d'água
O centro de treinamento do São Paulo em Cotia foi muito prejudicado pelas fortes chuvas que atingiram a região na noite de quinta-feira (10) e que seguem nesta sexta (11). Os campos, que ficam na parte baixa do clube, ficaram alagados. Vestiários e dependências internas, incluindo o hotel, que ficam em uma parte superior, não foram afetadas.
Segundo funcionários, o trabalho de limpeza será muito grande, pois ainda há muita lama no local, e a área do gramado precisará ser reestabelecida.

Prejuízos em 2004 e 2015
Em março de 2015, o estádio do Morumbi e a sede social do São Paulo Futebol Clube também foram atingidos por fortes chuvas que caíram na capital paulista. Dentro do estádio, a água tomou conta de quase metade do gramado, o que levou o então vice-presidente do clube Julio Casares a fazer reclamações contra a prefeitura e o governo do estado.
O mesmo aconteceu em 2004, quando o clube chegou a ser beneficiado com o não-pagamento do Imposto Territorial e Predial Urbano (IPTU), no valor de R$ 1,6 milhão, por ter sofrido com alagamentos.
O centro de treinamento do São Paulo em Cotia foi muito prejudicado pelas fortes chuvas que atingiram a região na noite de quinta-feira (10) e que seguem nesta sexta (11). Os campos, que ficam na parte baixa do clube, ficaram alagados. Vestiários e dependências internas, incluindo o hotel, que ficam em uma parte superior, não foram afetadas.
Segundo funcionários, o trabalho de limpeza será muito grande, pois ainda há muita lama no local, e a área do gramado precisará ser reestabelecida.

Prejuízos em 2004 e 2015
Em março de 2015, o estádio do Morumbi e a sede social do São Paulo Futebol Clube também foram atingidos por fortes chuvas que caíram na capital paulista. Dentro do estádio, a água tomou conta de quase metade do gramado, o que levou o então vice-presidente do clube Julio Casares a fazer reclamações contra a prefeitura e o governo do estado.
O mesmo aconteceu em 2004, quando o clube chegou a ser beneficiado com o não-pagamento do Imposto Territorial e Predial Urbano (IPTU), no valor de R$ 1,6 milhão, por ter sofrido com alagamentos.
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