‘Trio de ferro’ faz lobby com vereadores contra cobrança da prefeitura
Fonte Blog do Perrone
7 de Fevereiro de 2016
Os presidentes de Corinthians, Palmeiras e São Paulo estão em campanha para tentar reduzir uma cobrança milionária feita pela prefeitura paulistana relativa a ISS (Imposto Sobre Prestação de Serviços de Qualquer Natureza) entre 2010 e 2014.
Como parte do lobby, dirigentes do trio de ferro estiveram na Câmara Municipal na última sexta em busca de apoio dos vereadores. Antes, Mustafá Contursi, presidente do sindicato ao qual os três clubes são filiados, tratou do tema em uma visita que fez à vice-prefeita Nádia Campeão.
O principal argumento dos dirigentes é de que o município passou a cobrar impostos sobre serviços que não eram taxados. O valor total da cobrança, segundo cálculos de clubes, é superior a R$ 300 milhões. Com maior receita, o Corinthians é quem tem mais a pagar: aproximadamente R$ 200 milhões.
Os cartolas pleiteiam uma revisão que diminua o cálculo. Discordam da cobrança em relação a algumas operações, como contratos de patrocínio, venda de ingressos e cotas de TV. Afirmam que esses serviços não eram taxados e passaram a ser sem aviso prévio.
Por sua vez, a Secretaria de Finanças e Desenvolvimento Econômico da Prefeitura declara que a cobrança é baseada em lei.
Além da movimentação política, os clubes contestam formalmente os valores cobrados como parte de sua defesa em processo administrativo aberto pela secretaria para cobrar os impostos.
Como parte do lobby, dirigentes do trio de ferro estiveram na Câmara Municipal na última sexta em busca de apoio dos vereadores. Antes, Mustafá Contursi, presidente do sindicato ao qual os três clubes são filiados, tratou do tema em uma visita que fez à vice-prefeita Nádia Campeão.
O principal argumento dos dirigentes é de que o município passou a cobrar impostos sobre serviços que não eram taxados. O valor total da cobrança, segundo cálculos de clubes, é superior a R$ 300 milhões. Com maior receita, o Corinthians é quem tem mais a pagar: aproximadamente R$ 200 milhões.
Os cartolas pleiteiam uma revisão que diminua o cálculo. Discordam da cobrança em relação a algumas operações, como contratos de patrocínio, venda de ingressos e cotas de TV. Afirmam que esses serviços não eram taxados e passaram a ser sem aviso prévio.
Por sua vez, a Secretaria de Finanças e Desenvolvimento Econômico da Prefeitura declara que a cobrança é baseada em lei.
Além da movimentação política, os clubes contestam formalmente os valores cobrados como parte de sua defesa em processo administrativo aberto pela secretaria para cobrar os impostos.
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