Bronca em Calleri
Fonte Blog do Janca
2 de Fevereiro de 2016
Antes da apresentação de Jonathan Calleri, o atacante argentino que irá defender o São Paulo por pelo menos seis meses, ele recebeu uma bronca (ou orientação, como queiram) da direção do time paulista. A ordem foi para valorizar o clube do Morumbi e não insistir no discurso de que só acabou no Tricolor porque não conseguiu continuar no Boca Juniors.
A diretoria teme que, se não apresentar um bom futebol logo no início, Calleri possa ser pressionado pela torcida, inclusive porque chegou dizendo que gostaria de seguir no Boca e deixou claro que o Tricolor não era sua primeira opção.
O atacante segue falando muito do Boca, é verdade, tanto que escolheu a camisa 12 em homenagem à organizada La Doce, do clube argentino, mas já começou a fazer juras de amor ao São Paulo, exatamente como queria a direção de futebol.
Disse que quer ficar mais do que seis meses no Morumbi, pois sonha em ganhar a Libertadores e assim seguir com o time por um período maior, e ainda enalteceu a grandeza do Tricolor, definido por ele como o clube certo no Brasil.
Elogiou seu compatriota, o técnico Edgardo Bauza, mas insistiu que decidiu defender o São Paulo mais pelo tamanho do clube do que pela competência de seu treinador.
Como joga aberto, é possível que atue ao lado de Alan Kardec, especialmente quando estiver na forma ideal.
O grande trunfo são-paulino para a atual temporada, no entanto, está mesmo no banco de reservas. Bauza é conhecido por montar uma defesa como ninguém, algo que já fez no San Lorenzo, e pode dar a consistência lá atrás de que o Tricolor precisava há tempos.
Contra o Cesar Vallejo, no Peru, o treinador, que fará sua segunda partida pelo time paulista, pensa primeiro em defender e só depois em atacar. E considera o empate um bom resultado. Acredita que na volta, em casa, o São Paulo pode definir a parada e seguir firme (e forte, por que não?) na Libertadores. A conferir.
A diretoria teme que, se não apresentar um bom futebol logo no início, Calleri possa ser pressionado pela torcida, inclusive porque chegou dizendo que gostaria de seguir no Boca e deixou claro que o Tricolor não era sua primeira opção.
O atacante segue falando muito do Boca, é verdade, tanto que escolheu a camisa 12 em homenagem à organizada La Doce, do clube argentino, mas já começou a fazer juras de amor ao São Paulo, exatamente como queria a direção de futebol.
Disse que quer ficar mais do que seis meses no Morumbi, pois sonha em ganhar a Libertadores e assim seguir com o time por um período maior, e ainda enalteceu a grandeza do Tricolor, definido por ele como o clube certo no Brasil.
Elogiou seu compatriota, o técnico Edgardo Bauza, mas insistiu que decidiu defender o São Paulo mais pelo tamanho do clube do que pela competência de seu treinador.
Como joga aberto, é possível que atue ao lado de Alan Kardec, especialmente quando estiver na forma ideal.
O grande trunfo são-paulino para a atual temporada, no entanto, está mesmo no banco de reservas. Bauza é conhecido por montar uma defesa como ninguém, algo que já fez no San Lorenzo, e pode dar a consistência lá atrás de que o Tricolor precisava há tempos.
Contra o Cesar Vallejo, no Peru, o treinador, que fará sua segunda partida pelo time paulista, pensa primeiro em defender e só depois em atacar. E considera o empate um bom resultado. Acredita que na volta, em casa, o São Paulo pode definir a parada e seguir firme (e forte, por que não?) na Libertadores. A conferir.
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