Existe uma máxima no mundo da bola que prega o seguinte: a individualidade aparece quando o coletivo está ajustado. Bem, desde que Juan Carlos Osorio assumiu o São Paulo, o time ganhou consistência, corrigiu problemas táticos e cresceu. Está longe, bem longe do ideal, mas é inegável a evolução com o colombiano.
A prova para a teoria é Alexandre Pato. Com o time mais sólido pelo lado esquerdo e com as linhas mais próximas, o camisa 11 ganhou liberdade para gastar mais energia no ataque e se estabeleceu como peça indispensável para o Tricolor.
E é justamente pelo crescimento de Pato que a queda de rendimento de Michel Bastos, Paulo Henrique Ganso e Luis Fabiano torna-se ainda mais inexplicável. Não seria a hora de o trio voltar a fazer a diferença, como aconteceu em 2014 após Kaká e Muricy Ramalho arrumarem o time após a Copa do Mundo?
Dos três, a maior decepção paira em Michel. Isso porque, quando o time capengava no primeiro semestre, era o fio de esperança da torcida.
Uma queda de rendimento contraditória
por Bruno Grossi
Fonte LANCE!Net
31 de Julho de 2015
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