Vice vê sócio-torcedor do São Paulo à frente de programas rivais
Fonte Gazeta Esportiva
14 de Julho de 2015
Foto: Rubens Chiri/saopaulofc.net
Criado em 1999, o programa de sócio-torcedor do São Paulo estava ultrapassado. Essa constatação foi feita pelo presidente do clube, Carlos Miguel Aidar, nesta terça-feira, durante o lançamento de novo formato. Porém, a partir de agora, garante a diretoria, será melhor do que os dos principais rivais.
"Fizemos um estudo bem detalhado. Estamos um pouco à frente dos outros, tenho certeza", opinou o vice-presidente de comunicações e marketing, Douglas Schwartzmann, que assegurou ter feito pesquisa de um ano com a torcida. "Acho que chegamos muito perto do que ela queria. A adesão vai ser grande justamente por isso".
Além de consultar o público-alvo, o dirigente admitiu ter estudado também projetos dos clubes com mais sócios. "Olhamos todos. Acho que chegamos no melhor formato. Estudamos planos da Europa, de times como Benfica, Barcelona, Bayern. Também os bem falados do Brasil, Palmeiras, Corinthians e Internacional", disse.
Atualmente, o São Paulo ocupa a oitava colocação no ranking brasileiro, com pouco mais de 55 mil sócio-torcedores. Palmeiras e Corinthians são segundo e terceiro colocados, com cerca de 129 mil e 106 mil, respectivamente. Coincidência ou não, os dois rivais têm arenas recém-inauguradas. Mas com capacidade inferior de público, adverte o vice de marketing são-paulino.
"Não temos nenhuma perda de receita por isso. Com 30 mil torcedores, os estádios do Palmeiras e do Corinthians estão cheios. No Morumbi, isso é a metade, parece que está vazio. Precisamos colocar 65 mil para dar o clima que eles conseguem dar", comparou, antes de negar que o projeto de reforma do estádio prejudique o sucesso do novo programa.
"Continuo esperando que o Morumbi passe por reforma. O presidente está empenhado, todos estamos empenhados para que isso aconteça. O torcedor vai ficar muito feliz, porque a receita dele vai ajudar nisso também. O torcedor vai ganhar uma casa nova, só tem a ganhar com isso", minimizou Schwartzmann.
Criado em 1999, o programa de sócio-torcedor do São Paulo estava ultrapassado. Essa constatação foi feita pelo presidente do clube, Carlos Miguel Aidar, nesta terça-feira, durante o lançamento de novo formato. Porém, a partir de agora, garante a diretoria, será melhor do que os dos principais rivais.
"Fizemos um estudo bem detalhado. Estamos um pouco à frente dos outros, tenho certeza", opinou o vice-presidente de comunicações e marketing, Douglas Schwartzmann, que assegurou ter feito pesquisa de um ano com a torcida. "Acho que chegamos muito perto do que ela queria. A adesão vai ser grande justamente por isso".
Além de consultar o público-alvo, o dirigente admitiu ter estudado também projetos dos clubes com mais sócios. "Olhamos todos. Acho que chegamos no melhor formato. Estudamos planos da Europa, de times como Benfica, Barcelona, Bayern. Também os bem falados do Brasil, Palmeiras, Corinthians e Internacional", disse.
Atualmente, o São Paulo ocupa a oitava colocação no ranking brasileiro, com pouco mais de 55 mil sócio-torcedores. Palmeiras e Corinthians são segundo e terceiro colocados, com cerca de 129 mil e 106 mil, respectivamente. Coincidência ou não, os dois rivais têm arenas recém-inauguradas. Mas com capacidade inferior de público, adverte o vice de marketing são-paulino.
"Não temos nenhuma perda de receita por isso. Com 30 mil torcedores, os estádios do Palmeiras e do Corinthians estão cheios. No Morumbi, isso é a metade, parece que está vazio. Precisamos colocar 65 mil para dar o clima que eles conseguem dar", comparou, antes de negar que o projeto de reforma do estádio prejudique o sucesso do novo programa.
"Continuo esperando que o Morumbi passe por reforma. O presidente está empenhado, todos estamos empenhados para que isso aconteça. O torcedor vai ficar muito feliz, porque a receita dele vai ajudar nisso também. O torcedor vai ganhar uma casa nova, só tem a ganhar com isso", minimizou Schwartzmann.
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