Estados Unidos formalizam pedido de extradição de Marin e mais 6 dirigentes da Fifa
Fonte Terra
2 de Julho de 2015
Foto: Buda Mendes / Getty Images
O departamento de Justiça dos Estados Unidos formalizou para as autoridades suíças o pedido de extradição dos sete dirigentes da Fifa detidos no país europeu há cinco semanas, entre eles o ex-presidente da CBF, José Maria Marin.
O pedido formal chegou na quarta-feira ao Ministério da Justiça da Suíça, conforme o mesmo confirmou em um comunicado emitido hoje.
A solicitação de extradição se baseia nas suspeitas de que estes dirigentes e outras pessoas de entidades com as quais colaboravam, participaram de uma rede de corrupção que permitiu o pagamento de propina no valor de mais de US$ 100 milhões.
"No dia 1º de julho, a embaixada dos Estados Unidos em Berna transmitiu à Suíça os pedidos de extradição, nos prazos previstos pelo tratado de extradição entre os dois países", indicou o Ministério da Justiça da Suíça.
Segundo as investigações da procuradoria de Nova York, os sete dirigentes da Fifa receberam de representantes de meios de comunicação esportivos e empresas comerciais no âmbito futebolístico milhões de dólares em cada caso em troca dos direitos de transmissão, comercialização e patrocínio de torneios de futebol nos Estados Unidos e na América Latina.
Para o ministério suíço, "esses atos de corrupção, estipulados e preparados em solo americano, também foram objeto de transações através de bancos americanos", razão pela qual a Justiça dos EUA decidiu abrir um procedimento sobre este caso.
Nos próximos dias, os dirigentes poderão se pronunciar para a polícia de Zurique em relação ao processo de extradição.
O departamento de Justiça dos Estados Unidos formalizou para as autoridades suíças o pedido de extradição dos sete dirigentes da Fifa detidos no país europeu há cinco semanas, entre eles o ex-presidente da CBF, José Maria Marin.
O pedido formal chegou na quarta-feira ao Ministério da Justiça da Suíça, conforme o mesmo confirmou em um comunicado emitido hoje.
A solicitação de extradição se baseia nas suspeitas de que estes dirigentes e outras pessoas de entidades com as quais colaboravam, participaram de uma rede de corrupção que permitiu o pagamento de propina no valor de mais de US$ 100 milhões.
"No dia 1º de julho, a embaixada dos Estados Unidos em Berna transmitiu à Suíça os pedidos de extradição, nos prazos previstos pelo tratado de extradição entre os dois países", indicou o Ministério da Justiça da Suíça.
Segundo as investigações da procuradoria de Nova York, os sete dirigentes da Fifa receberam de representantes de meios de comunicação esportivos e empresas comerciais no âmbito futebolístico milhões de dólares em cada caso em troca dos direitos de transmissão, comercialização e patrocínio de torneios de futebol nos Estados Unidos e na América Latina.
Para o ministério suíço, "esses atos de corrupção, estipulados e preparados em solo americano, também foram objeto de transações através de bancos americanos", razão pela qual a Justiça dos EUA decidiu abrir um procedimento sobre este caso.
Nos próximos dias, os dirigentes poderão se pronunciar para a polícia de Zurique em relação ao processo de extradição.
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