Juvenal lamenta saída de Gustavo e detona Aidar: 'Está perdido'
Mentor da contratação do ex-gerente, ex-presidente diz que qualidade profissional sucumbiu à briga política e afirma que Aidar quer encostar Milton Cruz em Cotia para se livrar dele
Fonte LANCE!Net
27 de Maio de 2015
Gustavo Oliveira chegou ao São Paulo pelas mãos de Juvenal Juvêncio e, segundo o ex-presidente, é esse o principal motivo que o fez ser demitido. Desafeto de Carlos Miguel Aidar, Juvenal diz que não vê com surpresa a saída do executivo, mas não perdeu a oportunidade de criticar o dirigente.
- Ele queria demitir o Gustavo desde o primeiro dia. Todos sabiam, o Gustavo também. É parte de um processo, ele quer se livrar de tudo o que fiz; é um direito dele, mas o Gustavo é um profissional brilhante, advogado fantástico e que fazia um trabalho de ponta no clube. Discutia os contratos, protegia o clube e era alheio às questões políticas - disse ao LANCE.
Criticado em seu terceiro mandato, a escolha de Gustavo para o futebol era considerada até mesmo pelos opositores como principal feito de Juvenal em sua reta final à frente do clube. Com perfil técnico e avesso aos microfones, o agora ex-gerente conquistou a confiança do vice de futebol, Ataíde Gil Guerreiro, e se tornou homem de confiança.
Para Juvenal, a demissão de Gustavo é um passo maior no que considera um projeto "pessoal" do presidente.
- Isso não é um fato isolado. Ele queria o Muricy fora, queria o Gustavo fora e quer o Milton fora. Contrataram um técnico indicado pelo Gustavo; agora ele sai e querem empurrar o Milton para Cotia. Quem irá ajudar este rapaz a se situar? Quem vai explicar como as coisas funcionam; onde é a Lapa ou Perdizes?
Sobre o possível sucessor, José Eduardo Chimello, que trabalhou com Juvenal no fim dos anos 80 e início dos anos 90, o ex-presidente não quis emitir opinião.
- Não o vejo há 20 anos, não sei nem o que falar. Ele está desenterrando pessoas. Carlos Miguel está perdido.
- Ele queria demitir o Gustavo desde o primeiro dia. Todos sabiam, o Gustavo também. É parte de um processo, ele quer se livrar de tudo o que fiz; é um direito dele, mas o Gustavo é um profissional brilhante, advogado fantástico e que fazia um trabalho de ponta no clube. Discutia os contratos, protegia o clube e era alheio às questões políticas - disse ao LANCE.
Criticado em seu terceiro mandato, a escolha de Gustavo para o futebol era considerada até mesmo pelos opositores como principal feito de Juvenal em sua reta final à frente do clube. Com perfil técnico e avesso aos microfones, o agora ex-gerente conquistou a confiança do vice de futebol, Ataíde Gil Guerreiro, e se tornou homem de confiança.
Para Juvenal, a demissão de Gustavo é um passo maior no que considera um projeto "pessoal" do presidente.
- Isso não é um fato isolado. Ele queria o Muricy fora, queria o Gustavo fora e quer o Milton fora. Contrataram um técnico indicado pelo Gustavo; agora ele sai e querem empurrar o Milton para Cotia. Quem irá ajudar este rapaz a se situar? Quem vai explicar como as coisas funcionam; onde é a Lapa ou Perdizes?
Sobre o possível sucessor, José Eduardo Chimello, que trabalhou com Juvenal no fim dos anos 80 e início dos anos 90, o ex-presidente não quis emitir opinião.
- Não o vejo há 20 anos, não sei nem o que falar. Ele está desenterrando pessoas. Carlos Miguel está perdido.
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