No futebol feminino, São Paulo também aposta em revelação argentina
Centroavante Sole Jaimes é destaque do time feminino do Tricolor que estreia no próximo domingo, no Campeonato Paulista. Ela se inspira em Centurión para brilhar
Fonte LANCE!Net
17 de Abril de 2015
Não é só no time de Milton Cruz que a esperança do São Paulo passa por uma revelação do futebol argentino. Enquanto Centurión decidiu o triunfo sobre o Danubio (URU) na Copa Libertadores da América, a centroavante Sole Jaimes é uma das armas do time feminino do Tricolor, que estreia às 10h de domingo no Campeonato Paulista contra o São Bernardo, no ABC.
Sole, assim como Centurión, é de origem humilde. Nasceu num vilarejo na província de Entre Ríos e desde pequena aprendeu a idolatrar Diego Maradona, mas logo “desviou-se” do caminho para admirar o talento da brasileira Marta. Foi vira-casaca também no início da carreira no futebol, quando alternou passagens vitoriosas nos rivais Boca Juniors, onde foi camisa 10, e River Plate.
Feliz com a oportunidade de atuar em um país mais avançado para as mulheres no esporte, Sole quer entrar na onda argentina na torcida tricolor, provocada por Centurión, um de seus exemplos no futebol.
– Fui um dia ao Morumbi e consegui tirar uma foto com ele. É uma boa pessoa, mas não tive um diálogo grande para conhecê-lo a fundo. Eu sempre via os jogos dele, desde o sub-20 da seleção, quando eu também estava por lá. Gosto muito do estilo dele, que é muito rápido – destacou a centroavante do São Paulo.
O gol de cabeça de Centurión contra o Danubio não foi visto ao vivo por Sole, mas ela conta orgulhosa como vibrou com a cabeçada que garantiu ao Racing (ARG) o título argentino do ano passado.
– Eu estava com a seleção em Brasília para amistosos e assistimos o último jogo com nosso técnico, "Vasco" Olarticoechea, que jogou com o Maradona e é fanático pelo Racing. Como estávamos com ele, tivemos que assistir e aí comemoramos com ele o gol de Centurión (risos) – relembra a artilheira.
Sole, assim como Centurión, é de origem humilde. Nasceu num vilarejo na província de Entre Ríos e desde pequena aprendeu a idolatrar Diego Maradona, mas logo “desviou-se” do caminho para admirar o talento da brasileira Marta. Foi vira-casaca também no início da carreira no futebol, quando alternou passagens vitoriosas nos rivais Boca Juniors, onde foi camisa 10, e River Plate.
Feliz com a oportunidade de atuar em um país mais avançado para as mulheres no esporte, Sole quer entrar na onda argentina na torcida tricolor, provocada por Centurión, um de seus exemplos no futebol.
– Fui um dia ao Morumbi e consegui tirar uma foto com ele. É uma boa pessoa, mas não tive um diálogo grande para conhecê-lo a fundo. Eu sempre via os jogos dele, desde o sub-20 da seleção, quando eu também estava por lá. Gosto muito do estilo dele, que é muito rápido – destacou a centroavante do São Paulo.
O gol de cabeça de Centurión contra o Danubio não foi visto ao vivo por Sole, mas ela conta orgulhosa como vibrou com a cabeçada que garantiu ao Racing (ARG) o título argentino do ano passado.
– Eu estava com a seleção em Brasília para amistosos e assistimos o último jogo com nosso técnico, "Vasco" Olarticoechea, que jogou com o Maradona e é fanático pelo Racing. Como estávamos com ele, tivemos que assistir e aí comemoramos com ele o gol de Centurión (risos) – relembra a artilheira.
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