Aidar tenta diminuir faísca com Nobre: 'Quero que o Palmeiras seja feliz'
À rádio, presidente do São Paulo não rebate as últimas declarações do palmeirense, que vê gestão rival 'conflituosa e cheia de escândalos'. 'Nada a dizer', avisa Aidar
Fonte LanceNet!
26 de Janeiro de 2015
Depois de ouvir de Paulo Nobre a sugestão de que sua administração no São Paulo é "conflituosa e cheia de escândalos", Carlos Miguel Aidar decidiu diminuir o tom das declarações na briga escancarada com o presidente do Palmeiras. Em entrevista à rádio Jovem Pan, o mandatário máximo tricolor foi questionado sobre o recente conflito com Nobre e desejou felicidades ao rival.
- Estou muito feliz que o Palmeiras tenha recuperado sua credibilidade. Esteve ameaçado de cair, mas agora está aparentemente estruturado. Não falta dinheiro, isso é importante. Eu quero mais é que o Palmeiras seja feliz, não tenho mais nada a dizer sobre esse assunto - afirmou Aidar, nesta segunda-feira.
O conflito de bastidores e as declarações provocativas de ambos os lados tiveram início quando o São Paulo tirou Alan Kardec do Palmeiras após Nobre não se acertar com o estafe do atacante, hoje titular do Tricolor. Desde então, os dois vizinhos de centros de treinamento disputaram contratações e até um patrocínio master, que o Verdão acabou fechando. O São Paulo, que negociou com a mesma empresa, duvidou dos valores anunciados por Nobre, o que indignou o mandatário alviverde.
Enquanto busca um patrocinador no espaço nobre do uniforme para 2015, Aidar faz outros planos para a sequência da temporada e vê uma boa participação na Libertadores como "quase obrigação".
- Há algum tempo não temos uma boa performance, então é quase obrigação ter uma boa participação este ano. A minha gestão ainda está começando, ainda vou trazer muita coisa boa para o São Paulo. Até 2017, as finanças estarão equilibradas e alguns títulos ja terão sido conquistados - afirmou o presidente são-paulino.
- Estou muito feliz que o Palmeiras tenha recuperado sua credibilidade. Esteve ameaçado de cair, mas agora está aparentemente estruturado. Não falta dinheiro, isso é importante. Eu quero mais é que o Palmeiras seja feliz, não tenho mais nada a dizer sobre esse assunto - afirmou Aidar, nesta segunda-feira.
O conflito de bastidores e as declarações provocativas de ambos os lados tiveram início quando o São Paulo tirou Alan Kardec do Palmeiras após Nobre não se acertar com o estafe do atacante, hoje titular do Tricolor. Desde então, os dois vizinhos de centros de treinamento disputaram contratações e até um patrocínio master, que o Verdão acabou fechando. O São Paulo, que negociou com a mesma empresa, duvidou dos valores anunciados por Nobre, o que indignou o mandatário alviverde.
Enquanto busca um patrocinador no espaço nobre do uniforme para 2015, Aidar faz outros planos para a sequência da temporada e vê uma boa participação na Libertadores como "quase obrigação".
- Há algum tempo não temos uma boa performance, então é quase obrigação ter uma boa participação este ano. A minha gestão ainda está começando, ainda vou trazer muita coisa boa para o São Paulo. Até 2017, as finanças estarão equilibradas e alguns títulos ja terão sido conquistados - afirmou o presidente são-paulino.
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