São Paulo promete processar Puma baseado em documentos obtidos pelo Blog
Fonte Blog Jorge Nicola
Por Sung Bin Shin
A briga entre São Paulo e Puma vai parar nos tribunais. Irritado com o comportamento da fornecedora de material esportivo, que divulgou nota na semana passada alegando ter assinado contrato com o clube, o presidente tricolor, Carlos Miguel Aidar, decidiu ir à Justiça.
O Blog teve acesso a documentos comprovando que nunca existiu um contrato entre as partes, mas uma carta de intenção (imagem abaixo). É baseado nela que o clube pedirá punição à Puma. Um dos itens fala em “confidencialidade”, que teria sido quebrada com a publicação feita pelos alemães, via assessoria de imprensa.

Carta de intenção, em inglês, tem uma série de rabiscos
A carta de intenção tratava de valores a serem pagos nos cinco anos, prêmios, quantidade de produtos… Na terceira página, porém, Aidar escreveu de próprio punho a seguinte frase: “Tudo condicionado à rescisão com a Cambuci S/A (Penalty)”.

Terceira página da carta de intenção exige a confidencialidade e traz frase escrita por Aidar sobre a importância da rescisão com a Penalty
Ele ainda pôs a data de 28 de agosto deste ano antes de assinar. O documento também traz a assinatura de Fábio Espejo, presidente da Puma no Brasil na época.
Por causa do impasse entre São Paulo e Puma, que se originou da guerra entre Aidar e seu antecessor, Juvenal Juvêncio, sobrou até para Cinira Maturana, namorada do presidente tricolor desde a Copa do Mundo.
A Puma assegurou que Cinira só foi indicada como pessoa de contato para a transição entre a saída da Penalty e a entrada dos alemães. Desta maneira, contestou o pagamento de comissão a ela, que seria de 20%. Porém, o Blog obteve uma troca de mensagens via Whatsapp (aplicativo de celular) na qual Cinira se apresentava a Ricardo di Sora, gerente de marketing da Puma, em 16 de maio. Três dias depois, ela perguntava sobre a possibilidade de reunião.

Mensagens via Whatsapp enviadas pela namorada do presidente são-paulino a Ricardo di Sora, gerente de marketing da Adidas
Entre todos os documentos obtidos pelo Blog, também está uma carta que trata sobre o encontro entre Aidar e o presidente da Puma, em 28 de outubro deste ano, para encerrar qualquer possibilidade de acordo (imagem abaixo). Diz o texto: “Considerando que não conseguimos concluir as tratativas da carta de intenção no prazo esperado de 30/09/2014, comunicamos que ambas as partes (São Paulo e Puma) estão desobrigadas de prosseguir nas tratativas que objetivassem a formatação de um contrato preliminar”.

Documento que libera as duas partes para procurarem novos parceiros
Em meio ao impasse com Puma e Penalty, a próxima fornecedora de material esportivo do Tricolor será a Under Armour, conforme o Blog publicou com exclusividade em 25 de novembro. A americana, que topou pagar mais do que a Puma, passará a fornecer seus produtos ao fim do Paulistão de 2015.
O Blog teve acesso a documentos comprovando que nunca existiu um contrato entre as partes, mas uma carta de intenção (imagem abaixo). É baseado nela que o clube pedirá punição à Puma. Um dos itens fala em “confidencialidade”, que teria sido quebrada com a publicação feita pelos alemães, via assessoria de imprensa.
Carta de intenção, em inglês, tem uma série de rabiscos
A carta de intenção tratava de valores a serem pagos nos cinco anos, prêmios, quantidade de produtos… Na terceira página, porém, Aidar escreveu de próprio punho a seguinte frase: “Tudo condicionado à rescisão com a Cambuci S/A (Penalty)”.
Terceira página da carta de intenção exige a confidencialidade e traz frase escrita por Aidar sobre a importância da rescisão com a Penalty
Ele ainda pôs a data de 28 de agosto deste ano antes de assinar. O documento também traz a assinatura de Fábio Espejo, presidente da Puma no Brasil na época.
Por causa do impasse entre São Paulo e Puma, que se originou da guerra entre Aidar e seu antecessor, Juvenal Juvêncio, sobrou até para Cinira Maturana, namorada do presidente tricolor desde a Copa do Mundo.
A Puma assegurou que Cinira só foi indicada como pessoa de contato para a transição entre a saída da Penalty e a entrada dos alemães. Desta maneira, contestou o pagamento de comissão a ela, que seria de 20%. Porém, o Blog obteve uma troca de mensagens via Whatsapp (aplicativo de celular) na qual Cinira se apresentava a Ricardo di Sora, gerente de marketing da Puma, em 16 de maio. Três dias depois, ela perguntava sobre a possibilidade de reunião.
Mensagens via Whatsapp enviadas pela namorada do presidente são-paulino a Ricardo di Sora, gerente de marketing da Adidas
Entre todos os documentos obtidos pelo Blog, também está uma carta que trata sobre o encontro entre Aidar e o presidente da Puma, em 28 de outubro deste ano, para encerrar qualquer possibilidade de acordo (imagem abaixo). Diz o texto: “Considerando que não conseguimos concluir as tratativas da carta de intenção no prazo esperado de 30/09/2014, comunicamos que ambas as partes (São Paulo e Puma) estão desobrigadas de prosseguir nas tratativas que objetivassem a formatação de um contrato preliminar”.
Documento que libera as duas partes para procurarem novos parceiros
Em meio ao impasse com Puma e Penalty, a próxima fornecedora de material esportivo do Tricolor será a Under Armour, conforme o Blog publicou com exclusividade em 25 de novembro. A americana, que topou pagar mais do que a Puma, passará a fornecer seus produtos ao fim do Paulistão de 2015.
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