Em torneios internacionais, São Paulo só virou no mata-mata 25% das vezes
Fonte ESPN
Por Sung Bin Shin
GAZETA PRESS
O São Paulo terá uma difícil missão na noite desta quarta-feira, ás 22h, no estádio do Morumbi, contra o Atlético Nacional de Medellín. A equipe brasileira fará o jogo de voltada fase de semifinal da Copa Sul-americana e precisa reverter a derrota por 1 a 0 sofrida na Colômbia. No entanto, em competições internacionais, o tricolor só conseguiu "virar" num mata-mata em menos de 1/4 das vezes.
Contando participações em Libertadores, Copa Sul-americana, Copa Ouro, Supercopa da Libertadores, Conmebol, Mercosul e Recopa, o tricolor paulista teve de correr atrás do resultado, após perde na primeira partida, 21 vezes. Em apenas cinco delas as classificações, ou os títulos, vieram.
Apesar de o retrospecto desfavorável, no primeiro teste em que saiu perdendo numa fase eliminatória, o São Paulo sagrou-se vencedor, o que lhe rendeu um importante título: na final da Libertadores em 1992, o Newell's Old Boys fez 1 a 0 na Argentina, mas o tricolor devolveu o resultado no Morumbi e levou a melhor nos pênaltis.
Os adversários brasileiros são os maiores carrascos. Foram sete eliminações nestas condições e apenas uma classificação, contra o Ceará, na Sul-americana de 2011. Derrotas para Santos, Corinthians, Cruzeiro e Ponte Preta aconteceram nos últimos anos, mas a grande asa-negra são- paulina é o Internacional. Foram três confrontos e três derrotas, todos com vitória colorada na primeira partida, incluindo a final da Libertadores de 2006.
Contra argentinos, o retrospecto é equilibrado. Foram nove os confrontos em que o São Paulo saiu atrás, e em quatro deles acabou virando, contra Newell's, Estuadiantes, Rosário Central e Boca.
Se os números não jogam a favor, o São Paulo deve se apoiar na superioridade de sua equipe atual, com nomes importantes como Alexandre Pato, Kaká, Luis Fabiano, Alan Kardec e Ganso. O Nacional de Medellín já conquistou a Libertadores em 1989, e venceu o Campeonato Colombiano em 2013, e não será um adversário simples. Mas com o Morumbi lotado, o time de Muricy tem condições de contrariar as estatísticas.
O São Paulo terá uma difícil missão na noite desta quarta-feira, ás 22h, no estádio do Morumbi, contra o Atlético Nacional de Medellín. A equipe brasileira fará o jogo de voltada fase de semifinal da Copa Sul-americana e precisa reverter a derrota por 1 a 0 sofrida na Colômbia. No entanto, em competições internacionais, o tricolor só conseguiu "virar" num mata-mata em menos de 1/4 das vezes.
Contando participações em Libertadores, Copa Sul-americana, Copa Ouro, Supercopa da Libertadores, Conmebol, Mercosul e Recopa, o tricolor paulista teve de correr atrás do resultado, após perde na primeira partida, 21 vezes. Em apenas cinco delas as classificações, ou os títulos, vieram.
Apesar de o retrospecto desfavorável, no primeiro teste em que saiu perdendo numa fase eliminatória, o São Paulo sagrou-se vencedor, o que lhe rendeu um importante título: na final da Libertadores em 1992, o Newell's Old Boys fez 1 a 0 na Argentina, mas o tricolor devolveu o resultado no Morumbi e levou a melhor nos pênaltis.
Os adversários brasileiros são os maiores carrascos. Foram sete eliminações nestas condições e apenas uma classificação, contra o Ceará, na Sul-americana de 2011. Derrotas para Santos, Corinthians, Cruzeiro e Ponte Preta aconteceram nos últimos anos, mas a grande asa-negra são- paulina é o Internacional. Foram três confrontos e três derrotas, todos com vitória colorada na primeira partida, incluindo a final da Libertadores de 2006.
Contra argentinos, o retrospecto é equilibrado. Foram nove os confrontos em que o São Paulo saiu atrás, e em quatro deles acabou virando, contra Newell's, Estuadiantes, Rosário Central e Boca.
Se os números não jogam a favor, o São Paulo deve se apoiar na superioridade de sua equipe atual, com nomes importantes como Alexandre Pato, Kaká, Luis Fabiano, Alan Kardec e Ganso. O Nacional de Medellín já conquistou a Libertadores em 1989, e venceu o Campeonato Colombiano em 2013, e não será um adversário simples. Mas com o Morumbi lotado, o time de Muricy tem condições de contrariar as estatísticas.
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