Por via indireta, dirigente tricolor manda recado a seqüestrador
Fonte Gazeta Esportiva
16 de Outubro de 2008
O superintendente de futebol do São Paulo, Marco Aurélio Cunha, esteve na tarde desta quinta-feira na cidade de Santo André, onde Lindemberg Fernandes Alves mantém a ex-namorada E. C. P. S, de 15 anos, em cárcere privado. O dirigente do Tricolor foi ao local para tentar convencer o rapaz a desistir do crime.
“A polícia tem sua linha de conduta e eu não queria interferir, apenas ajudar no que pudesse. Através da mídia, eu passei uma mensagem para que ele veja pela TV. As coisas estão caminhando bem e esperamos que acabe ainda hoje (quinta)”, afirmou o dirigente, em contato por telefone com a GE.Net.
Lindemberg, de 20 anos, mantém sua ex-namorada, de 15, em cárcere privado desde segunda-feira. N. R. V., amiga da estudante, também está como refém dentro do apartamento. Ao ver que o rapaz estendeu uma camiseta do São Paulo na janela do local, o presidente do Tricolor, Juvenal Juvêncio, solicitou que Marco Aurélio Cunha fosse a Santo André para tentar colaborar com as negociações.
O superintendente do clube, que trabalhou durante dez anos como médico no extinto presídio do Carandiru, conversou com alguns dos comandantes da polícia envolvidos nas negociações com Lindemberg. Marco Aurélio, então, não chegou a conversar pessoalmente com o rapaz, mas gravou mensagem para emissoras de TV na tentativa de persuadi-lo a terminar com o cárcere.
“Eu passei uma mensagem positiva, e não de intromissão no trabalho da polícia. Foi uma colaboração para ele ver que tomou uma decisão errada e que precisa recomeçar. Deixei claro também que a polícia não está lá para agredi-lo”, acrescentou o dirigente, que foi acompanhado por dois advogados indicados pelo clube.
“A polícia tem sua linha de conduta e eu não queria interferir, apenas ajudar no que pudesse. Através da mídia, eu passei uma mensagem para que ele veja pela TV. As coisas estão caminhando bem e esperamos que acabe ainda hoje (quinta)”, afirmou o dirigente, em contato por telefone com a GE.Net.
Lindemberg, de 20 anos, mantém sua ex-namorada, de 15, em cárcere privado desde segunda-feira. N. R. V., amiga da estudante, também está como refém dentro do apartamento. Ao ver que o rapaz estendeu uma camiseta do São Paulo na janela do local, o presidente do Tricolor, Juvenal Juvêncio, solicitou que Marco Aurélio Cunha fosse a Santo André para tentar colaborar com as negociações.
O superintendente do clube, que trabalhou durante dez anos como médico no extinto presídio do Carandiru, conversou com alguns dos comandantes da polícia envolvidos nas negociações com Lindemberg. Marco Aurélio, então, não chegou a conversar pessoalmente com o rapaz, mas gravou mensagem para emissoras de TV na tentativa de persuadi-lo a terminar com o cárcere.
“Eu passei uma mensagem positiva, e não de intromissão no trabalho da polícia. Foi uma colaboração para ele ver que tomou uma decisão errada e que precisa recomeçar. Deixei claro também que a polícia não está lá para agredi-lo”, acrescentou o dirigente, que foi acompanhado por dois advogados indicados pelo clube.
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