Muricy entende dificuldade e pede paciência para Gareca se adaptar
Técnico lembrou de suas experiências fora do Brasil: 'Todo começo no exterior não é fácil'
Fonte LanceNet!
16 de Agosto de 2014
Muricy Ramalho pediu um tempo maior para Gareca (Foto: Miguel Schincariol/LANCE!Press)
Muricy Ramalho deu apoio ao técnico Ricardo Gareca, seu rival neste domingo, no clássico entre Palmeiras e São Paulo, às 16h, no Pacaembu. O comandante tricolor lembrou de suas experiências fora do Brasil (ele já foi técnico no México e China) para pedir paciência com o argentino, que não venceu nas cinco rodadas que disputou no Brasileiro.
- Não vou ao treinamento, é difícil acompanhar. A gente só vê o time no campo, até gostaria de acompanhar no dia a dia, mas como todo começo em outro país, não é fácil. Tem problema da língua, adaptação, logística. Tem que dar tempo para se acostumar até começar a render. É natural que demore, tem que ter paciência - falou o comandante.
Desde que o comandante argentino chegou, pediu reforços que já trabalhou antes: Tobio, Allione e Cristaldo foram comandados por ele no Vélez Sarsfield (ARG), além de Mouche, conhecido por ter atuado no Boca Juniors (ARG). A legião de hermanos no Alviverde é justificada, segundo Muricy.
- Eles podem ajudar o Gareca no ambiente. Quando joguei fora, vi o quanto era difícil se adaptar sozinho. Com mais gente do seu país facilita - contou o são-paulino.
O Choque-Rei é válido pela 15ª rodada do Campeonato Brasileiro. Enquanto o São Paulo tem 23 pontos e tenta voltar ao G4, o Palmeiras precisa se livrar do perigo da zona de rebaixamento: o time somou 14 pontos, e está a um da zona de rebaixamento.
Muricy Ramalho deu apoio ao técnico Ricardo Gareca, seu rival neste domingo, no clássico entre Palmeiras e São Paulo, às 16h, no Pacaembu. O comandante tricolor lembrou de suas experiências fora do Brasil (ele já foi técnico no México e China) para pedir paciência com o argentino, que não venceu nas cinco rodadas que disputou no Brasileiro.
- Não vou ao treinamento, é difícil acompanhar. A gente só vê o time no campo, até gostaria de acompanhar no dia a dia, mas como todo começo em outro país, não é fácil. Tem problema da língua, adaptação, logística. Tem que dar tempo para se acostumar até começar a render. É natural que demore, tem que ter paciência - falou o comandante.
Desde que o comandante argentino chegou, pediu reforços que já trabalhou antes: Tobio, Allione e Cristaldo foram comandados por ele no Vélez Sarsfield (ARG), além de Mouche, conhecido por ter atuado no Boca Juniors (ARG). A legião de hermanos no Alviverde é justificada, segundo Muricy.
- Eles podem ajudar o Gareca no ambiente. Quando joguei fora, vi o quanto era difícil se adaptar sozinho. Com mais gente do seu país facilita - contou o são-paulino.
O Choque-Rei é válido pela 15ª rodada do Campeonato Brasileiro. Enquanto o São Paulo tem 23 pontos e tenta voltar ao G4, o Palmeiras precisa se livrar do perigo da zona de rebaixamento: o time somou 14 pontos, e está a um da zona de rebaixamento.
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