Romário jamaicano do Orlando se inspira no xará famoso para brilhar
Atacante da equipe que enfrentou o São Paulo, nos Estados Unidos, recebeu nome do ex-jogador brasileiro por causa da idolatria do pai
Fonte Globo Esporte
25 de Junho de 2014
Romário jamaicano posa para foto com Pato (Foto: Fabricio Crepaldi)
Muitos jovens jogadores que sonham ser atacantes se inspiram em Romário para tentar brilhar no futebol. Porém, um deles tem um motivo especial para se espelhar no ex-jogador: o próprio nome. Trata-se do jamaicano Romário, atacante do time sub-23 do Orlando City, que enfrentou o São Paulo no último sábado, em jogo-treino nos Estados Unidos.
O nome vem da idolatria do pai do atacante pelo Baixinho. Quando o filho nasceu, em 1994, ano da Copa do Mundo na qual Romário brilhou, ele não teve dúvida e batizou a criança com o nome do craque da seleção brasileira. Nascia ali também o sonho do ver o herdeiro se tornar atacante.
O desejo acabou sendo realizado, e o garoto faz parte do time sub-23 do Orlando City, com a intenção de ser pelo menos um pouco do que foi o homônimo mais famoso.
- Com certeza, é um exemplo. A forma como ele fazia gols, a calma dele na frente do gol, é o tipo de jogador que eu quero ser. É meu ídolo - disse.
- Eu imagino, mas é muito difícil ser como o Romário, ele fez mais de mil gols na carreira, mas quem sabe? - declarou.
Além de Romário, o atacante jamaicano diz buscar referências em outros grandes jogadores brasileiros.
- Eu vejo vários vídeos dele na internet para ver a forma de jogar, a forma de finalizar... É muito difícil ser um grande jogador como ele, mas o máximo que eu puder ver e puder fazer como ele eu vou tentar. Assim como de outros jogadores, como Ronaldinho, Ronaldo, Rivaldo... Mas principalmente do Romário e do Ronaldo - disse.
A idolatria da família pelo Romário brasileiro é tanta, que o garoto vestir o número 11 na camisa tornou-se um objetivo do pai e do filho.
- É engraçado que quando eu era criança eu usava o número 11, é o número que meu pai falou para eu usar. Eu sempre gostei de usar o número 11 também. Então, cheguei ao Orlando City e passei a usar a nove. Hoje eu sou número nove, mas espero um dia voltar a usar a 11, pois é meu número favorito - completou.
No jogo-treino contra o São Paulo, a atuação não lembrou a do homônimo famoso. Mesmo assim, o sonho dele continua vivo.
Muitos jovens jogadores que sonham ser atacantes se inspiram em Romário para tentar brilhar no futebol. Porém, um deles tem um motivo especial para se espelhar no ex-jogador: o próprio nome. Trata-se do jamaicano Romário, atacante do time sub-23 do Orlando City, que enfrentou o São Paulo no último sábado, em jogo-treino nos Estados Unidos.
O nome vem da idolatria do pai do atacante pelo Baixinho. Quando o filho nasceu, em 1994, ano da Copa do Mundo na qual Romário brilhou, ele não teve dúvida e batizou a criança com o nome do craque da seleção brasileira. Nascia ali também o sonho do ver o herdeiro se tornar atacante.
O desejo acabou sendo realizado, e o garoto faz parte do time sub-23 do Orlando City, com a intenção de ser pelo menos um pouco do que foi o homônimo mais famoso.
- Com certeza, é um exemplo. A forma como ele fazia gols, a calma dele na frente do gol, é o tipo de jogador que eu quero ser. É meu ídolo - disse.
- Eu imagino, mas é muito difícil ser como o Romário, ele fez mais de mil gols na carreira, mas quem sabe? - declarou.
Além de Romário, o atacante jamaicano diz buscar referências em outros grandes jogadores brasileiros.
- Eu vejo vários vídeos dele na internet para ver a forma de jogar, a forma de finalizar... É muito difícil ser um grande jogador como ele, mas o máximo que eu puder ver e puder fazer como ele eu vou tentar. Assim como de outros jogadores, como Ronaldinho, Ronaldo, Rivaldo... Mas principalmente do Romário e do Ronaldo - disse.
A idolatria da família pelo Romário brasileiro é tanta, que o garoto vestir o número 11 na camisa tornou-se um objetivo do pai e do filho.
- É engraçado que quando eu era criança eu usava o número 11, é o número que meu pai falou para eu usar. Eu sempre gostei de usar o número 11 também. Então, cheguei ao Orlando City e passei a usar a nove. Hoje eu sou número nove, mas espero um dia voltar a usar a 11, pois é meu número favorito - completou.
No jogo-treino contra o São Paulo, a atuação não lembrou a do homônimo famoso. Mesmo assim, o sonho dele continua vivo.
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